Mostrando postagens com marcador Ditadura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ditadura. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de março de 2014

50 filmes para conhecer a fundo a Ditadura

140331-OAnoEmQueMeusPaisSairamDeFerias
Cena do filme ‘O ano em que meus pais saíram de férias’, de Cao Hamburger
Repressão, censura, porões. Resistência, greves, guerrilhas, movimentos culturais. A ascensão e declínio do regime, em obras importantes do cinema brasileiro. 43 filmes e sete ”traillers”
1. O desafio (1965), Paulo César Sarraceni
2. Manhã cinzenta (1968), Olney São Paulo
3. Brazil: A Report on Torture (1971), de Haskell Wexler e Saul Landau.
4. O Bom Burguês (1979), Oswaldo Caldeira (Trailer)
5. Paula: a história de uma subversiva (1979), F. Ramalho Jr.
6. Eles Não Usam Black-Tie (1981), Leon Hirszman
7. Pra frente, Brasil (1982), Roberto Farias
8. Cabra marcado para morrer (1984), Eduardo Coutinho
9. Nunca Fomos tão Felizes (1984), Murilo Sales
10. Jango (1984), Silvio Tendler
11. Que Bom Te Ver Viva (1989,), Lucia Murat
12. Kuarup (1989), Ruy Guerra
13. Corpo em Delito (1990), Nuno César Abreu
14. ABC da greve (1990), Leon Hirszman
15. Lamarca (1994), Sérgio Resende
16. O Que É Isso, Companheiro? (1997), Bruno Barreto
17. Ação Entre Amigos (1998), Beto Brant
18. Dois Córregos (1998), Carlos Reichenbach
19. Barra 68 Sem Perder a Ternura (2001), Vladimir Carvalho.
20. Cabra cega (2004), Toni Ventura
21. Araguaya: a Conspiração do Silêncio (2004) Ronaldo Duque
22. Quase dois irmãos (2004) Lúcia Murat
23. Memórias clandestinas (2004), Maria Thereza Azevedo
24. Peões (2004), Eduardo Coutinho
25. Memória política: Vera Silva Magalhães (2004), TV Câmara
26. Tempo de resistência (2005), André Ristun
27. Vlado: 30 anos depois (2005), João Batista de Andrade
28. O ano em que meus pais saíram de férias (2006), Cao Hamburguer
29. Zuzu Angel (2006), Sérgio Resende
30. Hércules 56 (2006), Silvio Da-Rin
31. Batismo de sangue (2007), Helvécio Ratton
32. Brizola: Tempos de luta (2007), Tabajara Ruas
33. Memória Para Uso Diário (2007), Beth Formaggini
34. Caparaó (2007), Flavio Frederico
35. Cidadão Boilesen (2009), Chaim Litewski
36. Em teu nome (2009), Paulo Nascimento (Trailer)
37. Perdão, Mister Fiel (2009) Jorge Oliveira (Trailer)
38. Diário de uma busca (2011), Flávia Castro (trailer)
39. Uma longa viagem (2011), Lucia Murat (Trailer)
40. Dossiê Jango (2012), Paulo Henrique Fontenelle
41. Marighella (2012), de Isa Grinspum Ferraz
42. O dia que durou 21 anos (2012), Camilo Tavares
43. Memórias do Chumbo – O Futebol nos Tempos do Condor: BRASIL (2012). Lúcio de Castro/ESPN
44. Memórias do Chumbo – Argentina (2012). Lúcio de Castro/ESPN
45. Memórias do Chumbo – Uruguai (2012), Lúcio de Castro/ESPN
46. Memórias do Chumbo – Chile (2012), Lúcio de Castro/ESPN
47. Cara ou coroa (2012), Ugo Giorgetti
48. Repare bem (2012), Maria de Medeiros (Trailer)
49. A memória que me contam (2012), de Lúcia Murat
50. Em busca de Iara (2013), Carlos Frederico ((Trailer -Nos cinemas desde 27 de março)
Fonte: http://outras-palavras.net/

domingo, 24 de novembro de 2013

O Dia que Durou 21 anos

Em clima de suspense e ação, o documentário apresenta, em três episódios de 26 minutos cada, os bastidores da participação do governo dos Estados Unidos no golpe militar de 1964 que durou até 1985 e instaurou a ditadura no Brasil. Pela primeira vez na televisão, documentos do arquivo norte-americano, classificados durante 46 anos como Top Secret, serão expostos ao público. Textos de telegramas, áudio de conversas telefônicas, depoimentos contundentes e imagens inéditas fazem parte dessa série iconográfica, narrada pelo jornalista Flávio Tavares.
O mundo vivia a Guerra Fria quando os Estados Unidos começaram a arquitetar o golpe para derrubar o governo de João Goulart. As primeiras ações surgem em 1962, pelo então presidente John Kennedy. Os fatos vão se descortinando, através de relatos de políticos, militares, historiadores, diplomatas e estudiosos dos dois países. Depois do assassinato de Kennedy, em novembro de 1963, o texano Lyndon Johnson assume o governo e mantém a estratégia de remover Jango, apelido de Goulart. O temor de que o país se alinharia ao comunismo e influenciaria outros países da América Latina, contrariando assim os interesses dos Estados Unidos, reforçaram os movimentos pró-golpe.
Peter Korneluh - O Dia que durou 21 anos
A série mostra como os Estados Unidos agiram para planejar e criar as condições para o golpe da madrugada de 31 de março. E, depois, para sustentar e reconhecer o regime militar do governo do marechal Humberto Castelo Branco. Envergando uma roupa civil, ele assume o poder em 15 de abril. Castelo era chefe do Estado Maior do Exército de Jango.
O governo norte-americano estava preparado para intervir militarmente, mas não foi necessário, como ressaltam historiadores e militares. O general Ivan Cavalcanti Proença, oficial da guarda presidencial, resume: “Lamento que foi um golpe fácil demais. Ninguém assumiu o comando revolucionário”.

Do Brasil, duas autoridades americanas foram peças-chaves para bloquear as ações de Goulart e apoiar Castelo Branco: o embaixador dos Estados Unidos, Lincoln Gordon; e o general Vernon Walters, adido militar e que já conhecia Castelo Branco. As cartas e o áudio dos diálogos de Gordon com o primeiro escalão do governo americano são expostas. Entre os interlocutores, o presidente Lyndon Johnson, Dean Rusk (secretário de Estado), Robert McNamara (Defesa). Além de conversas telefônicas de Johnson com George Reedy Dean Rusk; Thomas Mann (Subsecretário de Estado para Assuntos Interamericanos) e George Bundy, assessor de segurança nacional da Casa Branca, entre outros.
Foi uma das mais longas ditaduras da América Latina. O general Newton Cruz, que foi chefe da Agência Central do Serviço Nacional de Informações (SNI) e ex-comandante militar do Planalto, conclui: “A revolução era para arrumar a casa. Ninguém passa 20 anos para arrumar uma Casa”.

Em 1967, quem assume o Planalto é o general Costa e Silva, então ministro da Guerra de Castelo. Da linha dura, seu governo consolida a repressão. As conseqüências deste período da ditadura, seus meandros políticos e ideológicos estarão na tela. Mortes, torturas, assassinatos, violação de direitos democráticos e prisões arbitrárias fazem parte desse período dramático da história.
O jornalista Flávio Tavares, participou da luta armada, foi preso, torturado e exilado político. Através da série, dirigida por seu filho Camilo Tavares, ele explora suas vivências e lembranças. E mais: abre uma nova oportunidade de reflexão sobre o passado.
O Dia que durou 21 anos é uma coprodução da TV Brasil com a Pequi Filmes, com direção de Camilo Tavares. Roteiro e entrevistas de Flávio e Camilo.


Série de 3 episódios revela imagens e depoimentos históricos sobre o Golpe de 64
Robert Bentley, assistente de embaixador Lincoln Gordon, dá depoimento exclusivoRobert Bentley, assistente de embaixador Lincoln Gordon, dá depoimento exclusivo
Os que viveram a ditadura militar brasileira, os que passaram por ela em brancas nuvens e os que nasceram depois que ela acabou. Todos podem conhecer melhor e refletir sobre esse período, a partir da nova série "O Dia que durou 21 anos", que a TV Brasil exibe nos dias 4, 5 e 6 de abril, às 22 h.
Em clima de suspense e ação, o documentário apresenta, em três episódios de 26 minutos cada, os bastidores da participação do governo dos Estados Unidos no golpe militar de 1964 que durou até 1985 e instaurou a ditadura no Brasil. Pela primeira vez na televisão, documentos do arquivo norte-americano, classificados durante 46 anos comoTop Secret, serão expostos ao público. Textos de telegramas, áudio de conversas telefônicas, depoimentos contundentes e imagens inéditas fazem parte dessa série iconográfica, narrada pelo jornalista Flávio Tavares.
O mundo vivia a Guerra Fria quando os Estados Unidos começaram a arquitetar o golpe para derrubar o governo de João Goulart. As primeiras ações surgem em 1962, pelo então presidente John Kennedy. Os fatos vão se descortinando, através de relatos de políticos, militares, historiadores, diplomatas e estudiosos dos dois países. Depois do assassinato de Kennedy, em novembro de 1963, o texano Lyndon Johnson assume o governo e mantém a estratégia de remover Jango, apelido de Goulart. O temor de que o país se alinharia ao comunismo e influenciaria outros países da América Latina, contrariando assim os interesses dos Estados Unidos, reforçaram os movimentos pró-golpe.
Peter Korneluh - O Dia que durou 21 anosPeter Korneluh - O Dia que durou 21 anos
A série mostra como os Estados Unidos agiram para planejar e criar as condições para o golpe da madrugada de 31 de março. E, depois, para sustentar e reconhecer o regime militar do governo do marechal Humberto Castelo Branco. Envergando uma roupa civil, ele assume o poder em 15 de abril. Castelo era chefe do Estado Maior do Exército de Jango.
O governo norte-americano estava preparado para intervir militarmente, mas não foi necessário, como ressaltam historiadores e militares. O general Ivan Cavalcanti Proença, oficial da guarda presidencial, resume: "Lamento que foi um golpe fácil demais. Ninguém assumiu o comando revolucionário".
Do Brasil, duas autoridades americanas foram peças-chaves para bloquear as ações de Goulart e apoiar Castelo Branco: o embaixador dos Estados Unidos, Lincoln Gordon; e o general Vernon Walters, adido militar e que já conhecia Castelo Branco. As cartas e o áudio dos diálogos de Gordon com o primeiro escalão do governo americano são expostas. Entre os interlocutores, o presidente Lyndon Johnson, Dean Rusk (secretário de Estado), Robert McNamara (Defesa). Além de conversas telefônicas de Johnson com George Reedy Dean Rusk; Thomas Mann (Subsecretário de Estado para Assuntos Interamericanos) e George Bundy, assessor de segurança nacional da Casa Branca, entre outros.
Foi uma das mais longas ditaduras da América Latina. O general Newton Cruz, que foi chefe da Agência Central do Serviço Nacional de Informações (SNI) e ex-comandante militar do Planalto, conclui: "A revolução era para arrumar a casa. Ninguém passa 20 anos para arrumar uma Casa".
Em 1967, quem assume o Planalto é o general Costa e Silva, então ministro da Guerra de Castelo. Da linha dura, seu governo consolida a repressão. As conseqüências deste período da ditadura, seus meandros políticos e ideológicos estarão na tela. Mortes, torturas, assassinatos, violação de direitos democráticos e prisões arbitrárias fazem parte desse período dramático da história.
O jornalista Flávio Tavares, participou da luta armada, foi preso, torturado e exilado político. Através da série, dirigida por seu filho Camilo Tavares, ele explora suas vivências e lembranças. E mais: abre uma nova oportunidade de reflexão sobre o passado.
O Dia que durou 21 anos é uma coprodução da TV Brasil com a Pequi Filmes, com direção de Camilo Tavares. Roteiro e entrevistas de Flávio e Camilo.
Plínio de Arruda SampaioPlínio de Arruda Sampaio
Primeiro Episódio:
As ações do embaixador dos Estados Unidos, Lincoln Gordon, ainda no governo Kennedy, são expostas neste primeiro capítulo. O discurso do presidente João Goulart pregando reformas sociais torna-se uma ameaça e é interpretado pelos militares como uma provocação. Nos quartéis temia-se uma movimentação de esquerda e a adoção do comunismo, que poderia se espalhar por outros países latinos. Entrevistas e reportagens da CBS são reproduzidas, bem como diálogos entre Gordon e Kennedy.
O documentário expõe a efervescência da sociedade brasileira naquele período. Para evitar que Goulart chegasse forte às eleições de 1965, foi criado o IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática), que teria dado cobertura às ações dos Estudos Unidos para derrubar João Goulart.
Segundo Episódio:
Cenas da morte de John Kennedy e a posse de Lyndon Johnson abrem este capítulo, dando sequência à estratégia dos Estados Unidos de impedir ao que o ex-presidente americano chamou de "um outro regime comunista no hemisfério ocidental". "Vamos ficar em cima de Goulart e nos expor se for preciso", diria Jonhson.
Imagens focam no discurso de Jango na Central do Brasil, em 13 de março de 1964, que foi considerado uma provocação pelos arquitetos do golpe. Os americanos já preparavam o esquema, enviando suas forças militares para o "controle das massas", como se refere um dos entrevistados. Paralelamente, articulações para levar Castelo Branco ao poder estavam sendo engendradas.
As forças americanas não precisaram entrar em campo. João Goulart pegou o avião, foi para Brasília e depois para o sul do país. Por que Jango não reagiu"? É uma questão posta na tela. O general Cavalcanti, oficial da guarda presidencial, resume: "Lamento que foi um golpe fácil demais. Ninguém assumiu o comando revolucionário".
Os Estados Unidos estavam mobilizados para, em caso de resistência, fazer a intervenção militar pela costa e assim ajudar os militares. As correspondências de Lincoln Gordon com o primeiro escalão da Casa Branca são mostradas ao público, explorando as ações secretas junto às Forças Armadas, a reação da imprensa e dos grupos católicos no Brasil. Os Estados Unidos reconhecem o novo governo e imagens da vitória e manifestações de rua entram em cenas.
James GreenJames Green
Terceiro Episódio:
O cargo de presidente é declarado vago pelo presidente do Senado, Auro Moura de Andrade. O presidente da Câmara, Ranieri Mazzilli, é empossado.
No dia 15 de abril, o chefe das Forças Armadas, marechal Castelo Branco, toma posse.
Castelo tinha relações amistosas com Vernon Walters, adido da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Depois de suas conversas com Castelo, ele se ocupava em enviar telegramas para os Estados Unidos, relatando o teor da conversa. Os textos dos telegramas são revelados no episódio.
O governo Castelo Branco recrudesce e dá início aos atos institucionais. O de número 2 extingue os partidos políticos e torna as eleições indiretas. E mais: prorroga o seu mandato. Em 1967, ele é substituído pelo general Costa e Silva, da chamada linha dura do Exército. O AI 5 é decretado no ano seguinte, e o Brasil entra no caos, "O AI5 foi uma revolução dentro da revolução", declara o general Newton Cruz.
A repressão e a tortura dominavam o país. Militares e estudiosos falam desse período. O brigadeiro Rui Moreira Lima, da Força Aérea Brasileira, declara: "Eu conheci um coronel, filho de um general, que veio de um curso de tortura no Panamá. Ele chegou e disse: agora estou tinindo na tortura, pega aí um cara pra eu torturar".
Os Estados Unidos continuam em campo e Lincoln Gordon pede para o governo fortalecer ao máximo o regime militar brasileiro. O orçamento da embaixada cresce, como registra o historiador Carlos Fico, da UFRJ, um dos entrevistados de Flávio Tavares.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

O golpe de 1964

1954 nunca mais
marxismo21 nesta página divulga um conjunto de materiais (artigos, documentos, trabalhos acadêmicos, vídeos, filmes etc.) que discute a natureza, o significado e as razões do golpe civil-militar de 1964. Passados quase 50 anos desse evento, nada há a comemorar. O blog – que numa futura edição deverá examinar o período da ditadura militar – busca contribuir para um conhecimento crítico da conjuntura político-social de 1964 e também para lembrar que as lutas pelo “direito à justiça” e pelo “direito à verdade” não podem ser relegadas ou subestimadas pelos democratas progressistas e socialistas no Brasil. Enquanto não for feita justiça às vítimas da violência do Estado e a verdade sobre o golpe e a ditadura militar não for conhecida pelo conjunto da sociedade, a democracia política no Brasil não será sólida e consistente.
 Por último, somos gratos a Diorge Konrad, do conselho consultivo, que colaborou com a organização deste dossiê. Os editores.

Ditadura-Abaixo-a-ditadura

Significado, natureza e polêmicas em torno  do golpe

Versões e controvérsias sobre o golpe de 1964, Carlos Ficoacesso
Governo Goulart e o golpe de 1964: memória e historiografia, Lucilia Neves Delgadoacesso
O golpe militar de 1964, L.A. Moniz Bandeiraacesso
O golpe contra as reformas e a democracia, Caio N. de Toledoacesso
O governo Goulart e o debate historiográfico, Marcelo Badaróacesso
O golpe de 1964: discursos políticos e historiográficos, Rafael Lameira e Diorge Konradacesso
1964: as falácias do revisionismo, Caio N. de Toledoacesso
1964: polêmica com tendências da historiografia, Demian Meloacesso
Balanço da historiografia sobre o golpe de 1964, Marcos Napolitanoacesso
A conjuntura do golpe e a democracia, Marcos Del Roioacesso
As causas políticas da vitória dos golpistas, J. Quartim de Moraesacesso
N. Werneck Sodré: debatendo o golpe e o ISEB, Dênis de Moraesacesso
N. Werneck Sodré e o golpe de 1964, Olga Sodréacesso
O golpe de 1964 no Nordeste, vários artigos acesso
militarismo-ditadura

A conjuntura do golpe: atores, lutas sociais e político-ideológicas

Quem dará o golpe no Brasil?, livro de Wanderley Guilherme acesso
Acumulação capitalista e o golpe de 1964, Nildo Viana acesso
Golpe de 1964: militares brasileiros e o empresariado nacional e norte-americano, Martina Spohr acesso
A participação dos EUA no golpe de 1964, J. Green e A. Jones acesso
O papel dos EUA no golpe de 1964, R. Rodrigo acesso
IPES e IBAD na conjuntura do golpe de 1964, Bruna Pastore
Forças Armadas legalistas x movimento sindical, Felipe Demieracesso
O dispositivo militar do governo Goulart, Fabiano Faria acesso
A luta ideológica no pré-1964: IPES e IBAD, Caio N. de Toledo acesso
Catolicismo conservador no pré-1964, A. Codato e M. Oliveira acesso
A ação da OAB no golpe de 1964, Marcos Leme de Mattos acesso
Representações do golpe na mídia, Flávia Birolli acesso
Imprensa, jornalistas e o golpe de 1964, João Amado acesso
Jornais paulistas apoiaram o golpe, Luiz Antônio Dias acesso
As manchetes da imprensa no golpe de 1964, CartaMaior acesso
Dossiê: “1964: Cultura e Poder”, Revista DH, PUC-SP acesso
Artistas e intelectuais nos anos 1960, Marcelo Ridenti acesso
Os integralistas e o golpe de 1964, Gilberto Calilacesso
Apoio e resistência em Santa Maria (RS), Diorge Konrad acesso
O golpe de 1964 visto pelo humor crítico, Dislane Moraes acesso
O golpe nos livros didáticos, Mateus Pereza e Andreza Pereza acesso
“Era possível abortar o golpe!”, ex-Brig. Rui Moreira Lima acesso 
Carta de Florestan Fernandes a um militar e outros textos acesso 
Réquiem para um aniversário, Ruy Guerraacesso

Trabalhos acadêmicos

Rede da Democracia e o golpe de 1964, Eduardo Gomes Silvaacesso
A política econômica de Goulart, Mário Pinto de Almeidaacesso
Movimento estudantil e política, João Roberto Martins Filhoacesso
A esquerda católica e as reformas de base, Fábio Gaviãoacesso
O discurso golpista nos documentários do Ipes, Marcos Correaacesso
O caráter de classe do anticomunismo do IPES, Pâmela Deusdaráacesso
Brizola e as lutas dos militares subalternos, César Rolimacesso
Teatro político e reforma agrária, Rafael Villas Bôasacesso
21 anos
Vídeos e filmes sobre o golpe de 1964 e a ditadura militar
Depoimento de Gregório Bezerra: política e repressãoacesso
Apoio dos EUA ao golpe de 1964acesso
“Operação Brother Sam” e o golpe de 1964acesso
Por que o governo Goulart não resistiu?acesso
TV Globo e exaltação da ditadura militar (1975)acesso
Dezenas de vídeos sobre a ditadura militar (Núcleo de Memória)acesso
Filmes do IPES: a preparação do golpeacesso
Cabra marcado pra morrer, Eduardo Coutinhoacesso
O dia que durou 21 anos, Flávio Tavaresacesso
Jango, Sílvio Tendleracesso
Cidadão Boilesen, Chaim Litewskiacesso
 Depoimento sobre a luta armada, Carlos Eugênio Pazacesso