quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Coleção Historia Geral da Africa para download
Brasília: UNESCO, Secad/MEC, UFSCar, 2010.
Resumo: Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.
Download gratuito
(somente na versão em português):
- Volume I: Metodologia e Pré-História da África (PDF, 8.8 Mb) ISBN: 978-85-7652-123-5
- Volume II: África Antiga (PDF, 11.5 Mb) ISBN: 978-85-7652-124-
- Volume III: África do século VII ao XI (PDF, 9.6 Mb) ISBN: 978-85-7652-125-9
- Volume IV: África do século XII ao XVI (PDF, 9.3 Mb) ISBN: 978-85-7652-126-6
- Volume V: África do século XVI ao XVIII (PDF, 18.2 Mb) ISBN: 978-85-7652-127-3
- Volume VI: África do século XIX à década de 1880 (PDF, 10.3 Mb) ISBN: 978-85-7652-128-0
- Volume VII: África sob dominação colonial, 1880-1935 (9.6 Mb) ISBN: 978-85-7652-129-7
- Volume VIII: África desde 1935 (9.9 Mb) ISBN: 978-85-7652-130-3
Informações Adicionais:
Fonte: Prof. Marcelo Mendonça - CEGeT (UNESP)
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Livros Digitais
Pessoal, esses livros, entre outros, estão à disposição para acesso nos links abaixo de cada texto. É um trabalho sério de acesso ao conhecimento, do neo economista Ladislau Dawbor e outros, que afirma que conhecimento é para ser compartilhado, pois ao compartilhar conhecimento você fica com mais conhecimento (diferente de uma caneta, por ex. que você dá e fica sem ela). O site dele é http://dowbor.org/ onde vc vai encontrar muita coisa boa. Hailton F. Araújo O planeta está entrando numa fase de altos riscos. As mudanças climáticas, o esgotamento de recursos básicos como o petróleo, a erosão dos solos, a liquidação da vida nos mares pela sobrepesca, a contaminação generalizada da água doce, e sobretudo a desigualdade crescente entre ricos e pobres, geram um processo de crises convergentes. Mas estas crises também abrem oportunidades de mudança de rumos, analisadas por 25 autores que incluem Ignacy Sachs, Paul Singer, Susan George, Amir Khair, Silvio Caccia Bava e outros. Ladislau Dowbor contribui com dois artigos. O livro está publicado em Creative Commons, disponível online na íntegra gratuitamente, entre outros no blog criseoportunidade.wordpress.com | | |
| A Nova Política Econômica A sustentabilidade ambiental - Ed. Perseu Abramo, São Paulo, 2010, 270 p. A visão econômica tradicional, o main-stream das bobagens de Washington, envelheceu de repente. A presença de um forte setor estatal não é um estorvo, é um suporte fundamental. A regulação das finanças não é burocratização, é uma proteção contra a irresponsabilidade. Assegurar melhores salários e direitos aos trabalhadores não é demagogia, é a forma mais simples e direta de gerar demanda e uma conjuntura favorável. Apoiar os mais pobres da sociedade não é assistencialismo, é justiça, bom senso, e dinamiza a economia pela base. Investir nas regiões mais pobres não é um contrasenso, prepara novos equilíbrios ao gerar economias externas para futuros investimentos. Fazer políticas sociais não é um bolo que se divide, pois é o investimento na pessoa que mais gera dinâmicas econômicas, como já analisava Amartya Sen. Fazer política ambiental não atrasa o progresso, pois muito mais empregos geram as alternativas energéticas e o apoio à policultura familiar, do que extrair petróleo e desmatar para introduzir soja e gado. Manter uma sólida base de impostos, não é tirar da população, é assegurar contrapesos indispensáveis para o desenvolvimento equilibrado do país. Ao reunir alguns dos melhores especialistas de diversas áreas, o presente livro constitui uma excelente visão panorâmica das transformações em curso.www.fpabramo.org.br | | |

| Gestão da Comunicação e Responsabilidade Socioambiental – Joana d’Arc Félix e Gilson Borda (Orgs.), Ed. Atlas, São Paulo 2009. O livro busca construir uma nova visão de marketing e conunicação para o desenvolvimento sustentável, coisa nem sempre fácil. De toda forma um início de responsbilidade social e ambiental pela comunidade do marketing é coisa muito bemvinda. Se as empresass foram além do marketing, será melhor ainda. O capítulo assinado Ladislau Dowbor e Hélio Silva é “Informação para a participação” (pp. 95 a 116) e trata do desafio de ermos uma cidadania efetivamente informada. ISBN 978-85-224-5649-9 www.editoraatlas.com.br | | |
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| A Fé na Metrópole: desafios e olhares mútliplos – Ed. Paulinas e Educ, São Paulo, 2009. Organizado por Afonso Maria Ligorio Soares e João Décio Passos, o livro reune diversos olhares sobre a vida urbana, os valores, o desenvolvimento e cultural, a religiosidade, a convivência. Trata-se de uma ampliação radical da visão da metrópole, relativamente aos olhares necessários mas estreitos do urbanismo. O capítulo de Ladislau Dowbor, Sustentabilidade Urbana, trata das visões de desenvolvimento integrado na urbe. ISBN 978-85-356-2421-2 e ISBN 978-85-283-0394-0 | | |
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| Os avanços tecnológicos e o futuro da humanidade – Rose Marie Muraro - Ed. Vozes, Petrópolis, 2009, 355 p. Rose Muraro fez um exercício muito interessante: analisar os nossos desafíos civilizatórios partindo da evolução das técnicas. É um livro duro, contém fortes denúncias, e pode pecar em diversas passagens por excessos. É escrito por uma cientista, que está visivelmente cansada de ver a ciência, que tanto pode servir a humanidade, ser voltada contra ela, e gerar tensões cada vez mais insuportáveis. Serve sem dúvida de alerta, e alertas sempre incomodam um pouco. Belíssima leitura. Prefácio de Ladislau Dowbor. Editora www.vozes.com.br | | |
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| Compêndio de Indicadores de Sustentabilidade de Nações – Ane Louette (Organizadora). São Paulo, WHH, 2009, 113 p. O compêndio organizado por Anne Louette vem na sequência de outro volume, que apresentava as diversas metodologias utilizadas para avaliar a responsabilidade social e ambiental das empresas. No presente volume, o leitor encontrará um conjunto de notas técnicas sobre as novas metodologias de indicadores de desenvolvimento, por parte de Hazel Henderson, Jean Gadrey, José Eli da Veiga, Ladislau Dowbor, Lala Deheinzelin, Patrick Viveret, Rosa Alegria e Serge Latouche, e em sequência um apresentação sintética sobre o IDH, o FIB, a Pegada Ecológica, o bemestar das nações e outros, no conjunto 25 das principais metodologias utilizadas. Trata-se realemente de um instrumento de trabalho, de muita utilidade. ISBN 978-85-88262-16-4 Está disponível online em www.compendiosustentabilidade.com.br | | |
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| Direitos Humanos, Democracia e República - Homenagem a Fábio Konder Comparato. Maria Victória Benevides, Gilberto Bercovici e Claudineu de Melo (Orgs.) Editora Quartier Latin, São Paulo, 2009, 982 p. O título diz tudo, pois nada como resgatar o conceito de democracia, numa visão ética, nesta era de desorientação generalizada. E a homenagem a Fábio Konder Comparato é mais que devida, e nos emociona, aos que trabalhamos ou cruzamos com ele nas div ersas dimensões das nossas vidas. Esta publicação volumosa reuniu quase cinquenta pessoas, que quiseram prestar a homenagem, e o fizeram da forma mais prática, trazendo as suas visões sobre os desafios éticos e políticos que enfrentamos. Nomes de primeira linha neste debate, como Rubens Ricúpero, Celso Lafer, Dalmo Dallari, Margarida Genevois, Fernando Haddad - só para citar alguns, trazem as suas visões. Trata-se de um excelente compêndio para debater a crise civilizatória que vivemos. O capítulo de Ladislau Dowbor, "Ética, Transparência e Democracia Econômica", traz a visão de que a própria economia deve ser democratizada, pois sermos cidadãos a cada dois anos apenas, depositando o voto na urna, já não é viável. ISBN 85-7674-390-6 | | |
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| Desafios do Consumo - Coletânea organizada por Ladislau Dowbor, Helio Silva e Ricardo Mendes Jr. - Ed. Vozes - 2007 O consumo, tradicionalmente estudado em economia e por áreas de administração como o marketing, afeta na realidade todos os setores de atividade. Hoje precisamos ver os impactos ambientais do consumo irresponsável, os resultados de um consumismo obsessivo sobre o bem estar das pessoas, as mudanças culturais que estão sendo geradas, problemas setoriais diferenciados como por exemplo a proteção das reservas de água doce e assim por diante. A presente coletânea reune um conjunto de visões - partindo das mais variadas disciplinas - sobre este poderoso estruturador das nossas sociedades que é o consumo. O capítulo de Ladislau Dowbor, "Consumo Inteligente", faz parte da abertura geral com Hazel Henderson e Juliet Schor, duas pesquisadoras de primeira linha no plano mundial. | | |
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| Alternativas ao aquecimento global - Le Monde Diplomatique, IPF - 2007 O aquecimento global já não é assunto de especialistas, tornou-se uma questão planetária que exige mudanças nos processos produtivos, nos modos de consumo, no perfil energético, nas próprias formas de organização social e processos de decisão política. Este pequeno livro reune artigos nacionais e internacionais importantes. Trata-se do primeiro volume publicado pelo Le Monde Diplomatique no Brasil, junto com o Instituto Paulo Freire, e a idéia é ir publicando bons livros que abordam problemas chave do desenvolvimento, fornecendo material de pesquisa e estudo em particular para o mundo educacional. Contato www.paulofreire.org - O capítulo de Ladislau Dowbor é "Inovar em organização social". Esta e outras publicações, disponíveis em www.diplo.org.br, podem ser reproduzidas para efeitos científicos e didáticos sem fins lucrativos. | | |

| Administrando a água como se fosse importante– Ladislau Dowbor e Renato A. Tagnin (orgs.) – Editora Senac, São Paulo, 2005, 290 p. O título é um pouco provocativo. No entanto, se considerarmos que morrem 4 milhões de crianças por ano por falta de acesso a água limpa, e que um bem tão essencial é simplesmente desperdiçado, justifica-se plenamente. Mas este livro não é sobre os dramas da água, sim sobre como administrá-la: temos boas leis ambientais, inúmeros diagnósticos, mas as coisas não andam. Na realidade, o uso inteligente da água exige ir além do Estado e do mercado, envolvendo pactuações e a organização de consensos entre os mais diferentes atores sociais. Aprender a administrar a água é em grande parte aprender a administrar a sociedade. O livro conta com a colaboração de 30 autores de primeira linha, e uma visão geral por Ignacy Sachs. Contato www.editorasenacsp.com.br ou editora@sp.senac.br. | | |
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| Responsabilidade Social - Editora Educ, Pucsp, São Paulo, 2005, 276 p. O trabalho de Paulo Rogério consiste numa excelente sistematização da discussão a respeito da responsabilidade social e ambiental das empresas, que o tornam uma leitura importante tanto para a academia como para o mundo empresarial e as ONGs que buscam dinamizar as novas tendências. O livro parte da experiência do Selo Empresa Cidadã, mas vai muito além. O prefácio de Ladislau Dowbor apresenta alguns eixos principais da discussão da responsabilidade social e ambiental da empresa. Uma resenha mais ampla encontra-se neste site sob “pesquisas conexas”. Contato www.pucsp.br/educ ou educ@pucsp.br. | | |
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| Tecnologias Sociais: uma estratégia para o desenvolvimento, 2004 216 p. O livro "Tecnologias Sociais: uma estratégia para o desenvolvimento", organizado pela Fundação Banco do Brasil em parceria com Sebrae, Finep, Petrobrás, Ipso, Pólis e uma série de outras instituições, constitui um esforço importante para se fazer uma ponte entre as políticas do governo federal, e as inúmeras iniciativas na base da sociedade promovidas por ONGs, por poderes locais, por parcerias com empresas e outras experiências. A versão eletrônica do livro pode ser obtida no site www.utopia.com.br/rts.net ou pelo tel. (61) 310.1969 – O capítulo que correspondeu a Ladislau Dowbor foi sobre sistemas locais de informação para a gestão social. | | |
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| Desafios do Trabalho – Editora Vozes, Petrópolis, 2004 220 p. O trabalho está mudando, não só na sua base tecnológica, mas nos vínculos, no sentido de realização que proporciona, nas formas de remuneração e outras dimensões. Na linha dos outros livros já publicados (Desafios da Globalização, Desafios da Comunicação) procuramos trazer as visões de diferentes áreas científicas, com textos curtos onde se busca entender as novas tendências. O livro foi organizado por Ladislau Dowbor, Odair Furtado, Leonardo Trevisan e Hélio Silva. http://www.vozes.com.br | | |
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| Trabalho e sociedade em transformação: mudanças produtivas e atores sociais – 2003, 221 p. O livro de Márcia Leite vem ocupar um relativo vazio entre as grandes visões de transformação social e as análises excessivamente focadas no microcosmo empresarial. Partindo das mudanças sociais, navega pelas transformações dos processos produtivos, e analisa o impacto concreto de reorganização social que os novos processos de trabalho geram, desembocando em formas concretas e inovadoras de regulação social como as que foram desenvolvidas no Grande ABC, na periferia industrial de São Paulo. O texto de Ladislau Dowbor se limita às orelhas do livro, mas aproveitamos para divulgar o que é uma excelente leitura. Veja a resenha neste site sob “pesquisas conexas”. | | |
Márcia de Paula Leite – Trabalho e sociedade em Transformação – Editora Fundação Perseu Abramo, São Paulo, 2003, 221 p. – ISBN 85-86469-88-2 - editora@fpabramo.org.br | ||
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| Estados Unidos: A Supremacia Contestada – 2003 / 130 p. Os Estados Unidos preocupam. Um grupo de pesquisadores organizou este balanço do que acontece com os Estados Unidos, com capítulos curtos sobre temas-chave como o meio ambiente, a dinâmica militar, as polarizações internas, as tendências econômicas e outros. É um livro para quem não acredita nem no eixo do bem, nem no eixo do mal, mas quer entender o que está acontecendo. Gostemos ou não, os EUA são, nesta fase, muito poderosos, e a sua dinâmica precisa ser conhecida por todos. Textos de Ladislau Dowbor, Octávio Ianni, Ricardo Mendes Antas Jr (orgs.), de Antônio Corrêa de Lacerda, José Arbex Jr, José Eduardo Faria, Leonardo Trevisan, Luiz Eduardo Wanderley, Luiz Pinguelli Rosa, Pedro jacobi e Renato Ortiz fazem desta edição da Cortez uma iniciativa que contribui bastante para os nossos conhecimentos. O 11 de setembro 2001 mudou muito mais do que o horizonte de New York. O capítulo de Ladislau Dowbor, “EUA: Novos Rumos?” está disponível neste site em “Artigos Online”. | | |
| O livro completo pode ser encontrardo em www.cortezeditora.com.br ou cortez@cortezeditora.com.br Estados Unidos: A Supremacia Contestada, Cortez Editora, São Paulo 2003 - ISBN 85-249-0959-5 | ||
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| Famiília: Redes,Laços e Políticas Públicas – 2003, 320 p. Coletânea sobre a família, de grande interesse, pois passamos rapidamente da família ampla (o clã), para a família nuclear, e hoje nos EUA famílias com pai, mão e filhos representam apenas 26% do total. Com a mudança profunda desta unidade básica da sociedade, é a própria sociedade que muda. Temas como as “famílias enredadas”, “O jovem e o contexto familiar”, “metodologia de trabalho social com famílias”, “Famílias e políticas públicas” se sucedem nos 21 capítulos que apresentam uma visão de conjunto das transformações. O texto de Ladislau Dowbor, “A economia da família”, estuda a família como unidade de reprodução econômica: pais sustentam os filhos e os idosos, e serão por sua vez sustentados. Hoje, com a desarticulação da família, fragilização do Estado e privatização dos serviços sociais, é o próprio processo de redistribuição do excedente social entre gerações que se vê prejudicado. | | |
| Família: Redes, Laços e Políticas Públicas, organizado por Ana Rojas Acosta e Maria Amalia Faller Vitale – IEE/PUCSP, São Paulo 2003, 320 p. iee@pucsp.br O capítulo de Ladislau Dowbor está disponível neste site sob “Artigos Online” | ||
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| As novas fronteiras da desigualdade: homens e mulheres no mercado de trabalho – Margaret Maruani e Helena Hirata (orgs.) – Editora Senac, São Paulo 2003 (Prefácio: Ladislau Dowbor) Trata-se de uma coletânea que apresenta os desequilíbrios de gênero no mundo de trabalho, comparando países como Italia, França, Inglaterra, Alemanha, Espanha e outros. O livro já foi traduzido em várias linguas, e para esta edição foi feito um excelente estudo da situação do Brasil, por Cristina Bruschini e Maria Rosa Lombardi. Helena Hirata, que tão bem conhece este assunto, contribui com uma apresentação e um artigo em co-autoria. De certa maneira, constata-se no conjunto dos estudos apresentados uma grande evolução da mulher na área profissional, mas mal acompanhada pelas necessárias mudanças institucionais, jurídicas e de valores. | | |
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| Boa vontade existe: como organizá-la? Junho 2002 – 20 p. Capítulo do livro "Voluntariado e a Gestão das Políticas Sociais", organizado por Clotilde Perez e Luciano Prates Junqueira, coletânea que envolve uma largo leque de autores, de Aldaiza Sposati a Ruth Cardoso, fazendo o ponto da situação e das tendências do voluntariado. Já houve tempos em que voluntariado era um pouco do tipo chá da tarde com roupinhas para pobre. Hoje trata-se de um dos elementos importantes que diversificam o universo do trabalho. O livro foi editado no final de 2002 pela editora Futura, São Paulo, 390 p. – futura@siciliano.com.br | | |
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| Novos Contornos da Gestão Local: Conceitos em Construção – Peter Spink, Silvio Cacciabava e Veronika Paulics (orgs.) – São Paulo, Polis/Programa Gestão Pública e Cidadania, 2002, 335 p. Trata-se de uma obra de fôlego, publicada com apoio da Fundação Ford e do BNDES, sobre problemas chave da gestão local, partindo da análise de experiências concretas de sucesso. Depois de uma abertura de Francisco de Oliveira, o texto examina temas como a mobilização das capacidades locais de racionalização da gestão social, a construção de alianças e parcerias, consórcios intermunicipais, organização de processos participativos e assim por diante. Colaboram Francisco de Oliveira, Ladislau Dowbor, Silvio Cacciabava, Peter Spink, Evelyn Levy, Maria do Carmo Cruz, Caio Silveira, Cunca Bocayuva, Tânia Zapata, José Carlos Vaz, Jorge Kayano e Eduardo Caldas, além da AGENDE (Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento). | ||
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Especial Coletânea Gramsci

António Gramsci
1891 - 1937
Membro fundador do Partido Comunista Italiano. Teorizou sobre conceitos chave, como sejam a hegemonia, a base, superestrutura, intelectuais orgânicos e guerra de posições.
Actualmente estão disponíveis em Português as seguintes obras - seja directamente no arquivo ou através de ligações para outros locais da rede:
Marx e o Reino da Consciência
Uma Carta a Leão Trotski sobre o Futurismo Italiano
1916 - Os Jornais e os Operários
1916 - Dez - Homens ou Máquinas
1917 - Os Indiferentes
1917 - Abr -A Revolução Contra o Capital - Galego
1917 - Abr - Notas Sobre a Revolução Russa - Galego
1917 - Jun - Os Maximalistas Russos - Galego
1917 - Dez - Intransigência-tolerância. Intolerância-transigência
1918 - Fev -A Organização Econômica e o Socialismo
1918 - Mar - Wilson e os Maximalistas Russos - Galego
1918 - Mar - Um Ano de História - Galego
1918 - Jul - A Utopia Russa - Galego
1918 - Set - A Obra de Lenine - Galego
1919 - Eleitoralismo
1919 - Jun - Democracia Operária
1920 - Jul - Duas Revoluções
1921 - Um Partido de Massas
1921 - Fev - Controle Operário
1921 - Mar - Itália e Espanha
1926 - Out -Carta ao Comitê Central do PC da URSS
Especial - Georg Lukács

"A confusão mental nem sempre é o caos. Pode denotar as contradições internas da actualidade, mas a longo prazo conduzirá à sua resolução. Por isso a minha ética tendeu no sentido da praxis, da acção, e portanto da política. E isso levou, por seu lado, à economia. (...) Só a revolução russa abiu realmente uma porta para o futuro; a queda do czarismo trouxe-lhe um brilho, e com o colapso do capitalismo tal apareceu à vista desarmada. Nesse tempo o nosso conhecimento dos factos e dos principios que lhes estavam subjacentes era dos menores e menos credíveis. Apesar disso vimos, finalmente! Finalmente! uma forma de a humanidade escapar à guerra e ao capitalismo."
Actualmente estão disponíveis em Português as seguintes obras:
1920
Velha e Nova Cultura
1920
Consciência de Classe
1920
A Última Superação do Marxismo
Capitulos:
Ideologia: Georg Lukács - Ideologia (Para uma Ontologia do Ser social).rar
Alienação: Georg Lukács - Alienação (Para uma Ontologia do Ser social).rar
Trabalho : Georg Lukács - Trabalho (Para uma Ontologia do Ser social).rar
Reprodução : Georg Lukács - Reprodução [nova tradução] (Para uma Ontologia do Ser social).rar
Neopositivismo: Georg Lukács - Neopositivismo (Para uma Ontologia do Ser social).rar
Os Princípios Ontológicos Fundamentais de Marx.
A Crise da Filosofia Burguesa
Historia y conciencia de clase
Georg Lukács - Historia y conciencia de clase.pdf
Lenin
A proletarização do professor: neoliberalismo na educação

A proletarização do professor: neoliberalismo na educação
Autores: Áurea Costa, Edgard Neto e Gilberto Souza.
Educação é o assunto da moda: mesmo diante da grave crise econômica que atinge a economia capitalista, é o assunto mais discutido na mídia. Isso não poderia se dar de outra forma, pois a universalização do acesso à educação básica não significou o "paraíso terreno" para milhões de brasileiros desempregados ou subempregados, como prometeram
governos de direita e esquerda ao longo dos anos. A escolarização não garante, imediatamente, a inserção no mercado de trabalho assalariado, com direitos e, consequentemente, melhora das condições de vida para a classe trabalhadora, pois não é na escola que se criam os novos postos de trabalho.
Na conjuntura do neoliberalismo, houve a desintegração da promessa integradora da escola.A população brasileira, em sua grande maioria, é formada por ágrafos e analfabetos funcionais, os quais se constituem em pessoas que passam pela escola e se certificam sem saber ler ou entender textos elementares.Parafraseando Anísio Teixeira, ainda hoje temos que repetir: "Educação não é privilégio".Conforme a concepção de Estado foi mudando no âmbito do liberalismo, foi mudando também sua relação com a educação escolar formalizada, o que é esperado, uma vez que as instituições escolares capitalistas são braços do Estado. Assim, no momento do Welfare State, em que o Estado tinha um caráter fortemente interventor na economia, a escola era considerada como estratégica na formação do chamado capital humano, preparando a mão-de-obra para o ingresso no mercado, o que justificava um mínimo investimento público em políticas públicas para a Educação, a elaboração de um plano nacional de educação e de um sistema educacional de proporções nacionais e tendência mais centralizadora.
Na conjuntura neoliberal, o Estado assume a forma de mínimo no que tange ao investimento no social; a escola permanece formando mão-de-obra para a nova organização do trabalho, mas agora contando com financiamento cada vez mais restrito do Estado e inserção de fontes alternativas privadas de financiamento, que trazem consigo ingerência da esfera privada sobre a educação escolar formal pública.É por isso que, nos discursos governamentais, a educação foi se transformando de solução em problema a ser resolvido. Ela passou a ser apresentada como um peso econômico para o orçamento público, cada vez mais cobiçado e loteado pelo capital privado, nos discursos e práticas dos diferentes governos que passaram pelo poder desde o fim do ciclo militar até nossos dias.É esse um mundo onde, cada vez mais, o capital invade todas as esferas da vida social e econômica, privatizando tudo, saqueando as finanças públicas - como a interminável e impagável dívida pública demonstra - e com parcerias que servem como um sorvedouro de recursos antes destinados às chamadas áreas prioritárias, saúde e educação.
Podemos afirmar que a crise e a agonia da escola pública está sendo gerada a partir do Estado capitalista, que de forma cada vez mais despudorada assume a condição de instrumento da acumulação privada de capital, principalmente o financeiro, ratificando seu caráter privado, transparecendo quão fictícias são suas funções de arbitragem dos interesses públicos, da realização da democracia e da implementação falaciosa de práticas sociais de cidadania.Para justificar o desmonte consciente e deliberado do ensino público, da educação básica a universidade, governos estaduais, municipais e o próprio governo federal orquestram uma campanha a parir dos grandes meios de comunicação contra os professores, alunos e pais de alunos e, principalmente, contra o ensino público.Um exército de "especialistas" - pedagogos, psicopedagogos, jornalistas, economistas, psicólogos e outros produtores de ideologias - resolveu "discutir" a crise da escola pública.
Esse exército mercenário, a soldo de governos e de grandes grupos econômicos interessados na privatização da educação, descobriu a "pedra filosofal": a crise da educação nada tem a ver, segundo eles, com a pequenas dotação de verbas para a educação, com os baixos salários e condições de trabalho dos professores, muito embora a necessidade brasileira seja de investimento de 10% do PIB para a educação, e as agências internacionais indiquem um investimento de 6% do PIB, e o atual governo invista apenas cerca de 4,6%. Produz-se uma distorção da realidade em que os grandes culpados são a má gestão das verbas, os próprios professores que não sabem ensinar e os alunos que não querem aprender.Mediante esse quadro os autores entenderam que os professores devem se apresentar para o debate, organizados nos movimentos sociais; mas, para além do movimento social em defesa do direito universal à educação pública de qualidade, é necessário um programa que unifique a classe trabalhadora que atua na escola pública, seja como pais, seja como professores e como juventude, em defesa do direito histórico de apropriação da filosofia, do conhecimento, da arte e da cultura universais - pois, para essa classe, a escola pública é a chance única de contato com esses saberes de forma sistemática e diária, durante a infância e a adolescência, em especial.
O livro foi organizado na forma de três ensaios que têm um eixo ordenador comum; a crise da escola de educação básica pública no Brasil sob a égide do neoliberalismo, tendo como referência o estado de São Paulo. Empreendemos análises sobre a política educacional dos diferentes governos, a violência da alienação no trabalho desde a formação dos professores, a apresentação da conjuntura atual da educação básica brasileira. Pontuamos alguns elementos para a construção de um programa para a defesa da educação pública, de qualidade e para todos, objetivando estimular o debate por todos os professores, pais, pesquisadores e militantes dos movimentos sociais. Pois ele tem sido realizado privadamente pelos tecnocratas e difundido na mídia, com vistas a produzir justificativas para as políticas públicas de superexploração dos trabalhadores da educação, sucateamento da escola pública em todos os níveis e privatização da educação brasileira.
Enfim, agradecemos à Editora José Luís e Rosa Sunnderman pela implementação do projeto do livro e dedicamos este trabalho a lodos os professores das redes de ensino básico, num momento em que vivem premidos entre a atribuição da missão de redimir a sociedade de todos os problemas por meio da educação e o veredicto de responsáveis pelo fracasso da escola, que, na verdade, é produto de uma política consciente do capital contra a classe trabalhadora.
Capitulo 1 - O FRACASSO DOS PLANOS neoliberais NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
Clic na Imagem e acesse o conteúdo.
Obs: Agurde a publicação dos demais capítulos.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Baixar livros sobre agroecologia, manual agroflorestal, educação ambiental
MDA/SAF/DATERhttp://comunidades.mda.gov.br/portal/saf/programas/assistenciatecnica/2906371
Leia mais sobre agroecologia (em PDF)
As Bases Epistemológicas da Agroecologia
Crise na Alimentação e na Agricultura
Sementes Crioulas
Terminator, Biodiversidade, Segurança e Soberania Alimentar
Agricultura Familiar e Novas Oportunidades de Acesso à terra
Agroecologia: Conceitos e Princípios
Sustentabilidade Social e Ambiental na Agricultura Familiar
Fonte: http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Livro Didático Público - Secretaria da Educação do Paraná
DIMENSÃO SOCIOAMBIENTAL DO ESPAÇO GEOGRÁFICO
Abertura
Introdução
Os seres humanos são racionais. Será?
Pare de sonhar com um carro!
Catástrofes são evitáveis ou inevitáveis?
Você toma veneno?
DIMENSÃO POLÍTICA DO ESPAÇO GEOGRÁFICO
Abertura
Introdução
O Brasil podia ser diferente?
É proibida a entrada!
A união faz a...?
A Água tem futuro?
DIMENSÃO ECONÔMICA DO ESPAÇO GEOGRÁFICO
Abertura
Introdução
A indústria já era?
A gente se vê no shopping?
Nós da rede
Dinheiro traz felicidade?
Fome: problema econômico?
DIMENSÃO CULTURAL-DEMOGRÁFICA DO ESPAÇO GEOGRÁFICA
Abertura
Introdução
Você produz ou consome o espaço?
Para onde vais?
Nada a ver? Tudo a ver!
Passa por sua cabeça ter muitos filhos?
Veja também livros para outras Disciplinas clicando AQUI
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
As veias abertas da América Latina
Fonte: http://www.consciencia.org/forum/index.php?topic=768.0
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Livros eletrônicos “LABUR EDIÇÕES” - São Paulo de múltiplas faces ...
Coordenação: Ana Fani Alessandri Carlos e Glória Anunciação AlvesComissão Editorial - Secretária - Renata Alves Sampaio, Danilo Volochko, Julio Cesar Ferreira Santos, Rafael Faleiros de Pádua, Sávio Augusto Miele.
Resenha Um convite à nudez dos mistérios e irracionalidade da propriedade privada da terra Por Carlos Alberto Feliciano
Resenha: O desvendamento do mundo moderno através do pensamento geográfico - Por Tatiane Marina Pinto de Godoy
Resenha: A proteção da natureza como condição da reprodução - Por Isabel Aparecida Pinto Alvarez
Resenha: Ecoturismo: uma indústria sem chaminé - Por Frederico Bertolotti
Resenha: A produção do espaço e as estratégias reprodutivas do capital: negócios imobiliários e financeiros em São Paulo. - Por Daniel Sanfelici
Livro: Implicações socioespaciais da desindustrialização e da reestruturação do espaço em um fragmento da metrópole de São Paulo. - De Rafael Faleiros de Pádua
Resenha: Implicações socioespaciais da desindustrialização e da reestruturação do espaço em um fragmento da metrópole de São Paulo. Por Fabiana Valdoski Ribeiro
Resenha; O movimento da economia finaceira na dinâmica imobiliária de São Paulo. Por James Amorim Araújo
















