(8 de junho de 1972)
"Em 1972, os americanos lançaram uma bomba de napalm em meu povoado, no sul do Vietname.
A tragédia de Kim Phuc e da sua aldeia foi também registada em vídeo
Fonte: http://historia9-penedono.blogspot.com/

Mayco Geretti Agência BOM DIA
Durante boa parte desta quarta-feira o secretário estadual de Educação, Herman Voorwald, esteve no Teatro Municipal de Sorocaba reunido com professores, diretores e funcionários administrativos de escolas da rede pública estadual da região para, basicamente, ouvir o que pode ser melhorado quando o assunto é ensino.
Herman citou várias vezes sua meta de valorizar o professor, mas quando indagado sobre os 36% de reajuste salarial requisitados pela categoria, saiu pela tangente.
O secretário deu a entender que não poderia comentar sobre questões salariais sem a autorização do governador Geraldo Alckmin, mas reconheceu a necessidade de melhores salários. “Queremos desenvolver uma política salarial que reconstrua a carreira do professor. Hoje sabemos que temos um quadro de funcionários desiludido com as oportunidades oferecidas”.
Nos últimos 45 dias o secretário já percorreu 10 polos regionais, sempre com o intuito de colher informações. Nesta quarta, após passar a manhã conversando com os profissionais da região, disse que suas reivindicações não divergem daquelas já apontadas por profissionais de outras áreas do Estado, mas afirma que cada local tem suas peculiaridades e problemas mais ou menos latentes.
“A política salarial, um plano de carreira bem definido, a estruturação das unidade de ensino e o fim do clima de violência contra o professor em escolas instaladas em bairros de risco social estão entre os anseios comuns da categoria”, enumera.
Qualidade do ensino
Herman afirma que ainda há disparidades entre a qualidade do ensino oferecido nas diferentes regiões do Estado, mas exaltou a qualidade média do ensino. Para embasar seu argumento, alegou que 40% dos novos alunos recebidos pelas três universidades públicas paulistas (USP, Unicamp e Unesp) são provenientes do Ensino Médio da rede pública estadual. “Não posso me omitir e dizer que não há problemas, mas há evolução. Nossos programas pedagógicos são bons”.
Para secretário, Saresp e Idesp estão ‘contaminados’
O secretário criticou a fórmula do Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e o Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo), ambas avaliações aplicadas aos alunos da rede estadual como forma de avaliação da qualidade do ensino.
Herman afirma que as avaliações têm o resultado “contaminado” pela falta de motivação dos estudantes que os prestam. Por não oferecerem uma vantagem como o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) – no qual um bom desempenho pode representar um acesso mais facilitado a universidades públicas e privadas – o Saresp e o Idesp estariam fadados ao desinteresse. “Quando não há essa relação de causa e efeito fica difícil esperar que os alunos se empenhem. Sabemos que alguns só colocam seus nomes e deixam a prova em branco”.
O secretário estadual afirma que a fórmula compromete os professores, que recebem bônus salarial com base no desempenho dos alunos de sua classe no Saresp.
Fonte: http://www.redebomdia.com.br/
"Política de bônus fracassou em SP", diz especialistaApesar dos resultados negativos na última avaliação do desempenho dos estudantes da rede estadual de ensino de São Paulo, o governo pagará até o fim do mês bônus salariais aos educadores e funcionários de 70% das escolas. O Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) aplica provas de Matemática e Língua Portuguesa aos alunos da rede, e em 2010, registrou índices próximos aos de 2008 – e piores do que os de 2009 – no ensino médio e no 9º ano do ensino fundamental.
Nos últimos três anos, apenas o 5º ano tem apresentado melhora, porém tímida (veja quadro abaixo). “No Estado de São Paulo a política de bônus foi um fracasso, a Educação não saiu do lugar. O Saresp e o Idesp patinam e provam que a iniciativa não deu certo”, afirma Romualdo Luiz Portela de Oliveira, professor doutor do Departamento de Administração Escolar e Economia da Educação, da Faculdade de Educação da USP.
O bônus por desempenho é concedido com base no Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp) – indicador de qualidade que combina os resultados do Saresp com dados de aprovação, reprovação ou abandono – e em metas estipuladas para cada unidade. Criado em 2008, o Idesp está longe de atingir as notas ideais. Em 2010 o índice foi de 1,81, no ensino médio, 2,52 na 9ª série do ensino fundamental e 3,96, na 5º, em uma escala de zero a dez. Os níveis esperados para cada ciclo são 5, 6 e 7, respectivamente.
Este ano, 3.591 unidades (70,9% do total de 5.065) atingiram as metas, parcial ou totalmente, e vão receber bônus – em 2009, 90,1% do total de escolas foram contempladas. Os profissionais, no entanto, ainda não sabem se vão receber, nem qual será o seu bônus – para quem atinge 100% da meta, a gratificação chega a 2,4 salários.
Os docentes da rede reclamam que os critérios do bônus não estão claros e não dependem apenas do esforço deles. Angela*, professora de português há 33 anos de uma escola estadual da zona sul de São Paulo, afirma não ter recebido a bonificação no ano em que suas turmas tiveram um ótimo desempenho. “É injusto, porque não há como mensurar o crescimento do conhecimento. Cada turma é uma turma. São seres humanos, não máquinas”, afirma.
Oliveira explica que a política de bônus funciona em ambientes n
os quais os profissionais se sentem em condições iguais. A política estimula a competição e espera que todos melhorem o desempenho. “Quando o professor acha que o jogo é perdido, a política deixa de ser estimuladora. Uma grande parcela já tentou, não conseguiu o bônus, nem a melhora do desempenho dos alunos e não vai tentar novamente”, avalia o especialista em educação.
Remuneração
“O bônus desorganiza a vida do professor. Ele não sabe se vai ganhar, nem quanto”, destaca Maria Izabel Noronha, presidenta do sindicato dos professores do Estado de São Paulo (Apeoesp). Para Maria Izabel, a política amplia as disparidades entre as escolas, pois favorece quem obtêm os melhores resultados em detrimento das escolas que enfrentam dificuldades.
Segundo levantamento da Seção do Dieese na Apeoesp, os R$ 4,7 bilhões pagos em bônus nos últimos dez anos poderiam ter sido gastos em reajustes salariais de 6% a cada ano. O sindicato defende que o bônus seja substituído por reajustes salariais, o que implicaria em aumento nas aposentadorias, férias e 13º salário.
A Secretaria de Educação de São Paulo não quis se pronunciar sobre o assunto. A pasta irá comentar o bônus somente após a divulgação dos resultados por escola, que deve ser feita até o dia 31 de março.
* O nome foi trocado a pedido da entrevistada que não quis se identificar
Apesar de silenciosa, uma das maiores vitórias dos nossos inimigos de classe foi ter conseguido fazer com que nós não nos olhemos como iguais; foi fazer com que a gente se fechasse em torno de nós mesmos, querendo ser o herói da novela, e deixando de ver nos nossos vizinhos companheiras e companheiros de caminhada.
Nós, que queremos virar esse jogo, lutamos contra isso cotidianamente, em nossas comunidades, sempre passando por mil dificuldades, sofrendo preconceitos, enfrentando desconfianças, e tendo resultados pequenos, mas fundamentais. Enfim, sabendo que o processo é lento, mas que vale a pena.
No meio dessa peleja, para nós é uma alegria ver uma demonstração de apoio e solidariedade partindo de camaradas de outros países. Aquilo que as fronteiras tentam distanciar, a solidariedade aproxima. Um salve aos companheiros e companheiras de luta e de sonho do Desinformémonos, combatentes das trincheiras da comunicação.
Acesse a foto-reportagem das lutas aqui.
Fonte: Rede Extremo Sul
Por FÁBIO TAKAHASHI e ANDRÉ MONTEIRO
As poucas escolas estaduais paulistas com bom nível de ensino estão fora da capital, aponta exame do próprio governo.
Veja o ranking do 3º ano do E. Médio
Veja o ranking do 9º ano do E. Fundamental
Entre os mais de 3.500 colégios com nono ano do ensino fundamental, apenas cinco estão no patamar considerado ideal pela Secretaria da Educação, com nível de países como a Finlândia (líder de rankings internacionais). Todos estão no interior.
No ensino médio, quatro escolas atingiram o nível ideal, nenhuma na capital. A cidade também fica fora se considerado o grupo de 20 melhores escolas do Estado em cada nível.
Os dados estão em levantamento da Folha, com base no desempenho dos colégios no Idesp, índice oficial que considera a atuação dos alunos em exames de português e matemática, além da quantidade de aprovados.
A meta é que até 2030 a rede seja equivalente aos países desenvolvidos, objetivo já alcançado pela escola Rizzieri Poletti, em Cândido Rodrigues (352 km da capital).
Para a vice-diretora Vera Maria Momesso, turmas pequenas, com até 30 alunos, são um dos seus pontos fortes. "Falam que a escola é como se fosse particular."
SURPRESA
Professora da Faculdade de Educação da PUC-SP, Neide Noffs se disse surpresa com o desempenho da capital. "Mas percebo que no interior há melhor acompanhamento da educação, até por serem cidades menores."
O governo Geraldo Alckmin (PSDB) diz que ainda analisa os dados. Segundo a pasta da Educação, o que já está definido é a necessidade de ampliar o número de professores concursados.
Hoje, quase metade do corpo docente não é efetivo, o que aumenta a rotatividade, problema agudo na capital. O governo nomeou neste ano 9.000 docentes e promete chamar mais 25 mil.
MENOS BÔNUS
Com os novos efetivos, o governo espera reverter a queda das notas dos alunos do final do fundamental e do médio, situação antecipada pela Folha no mês passado. Devido aos recuos, a proporção de escolas que receberam bônus por desempenho caiu de 90% para 75%, assim como o valor gasto (R$ 655 milhões para R$ 340 milhões).
O pagamento é proporcional à nota no Idesp. Quem atinge a meta pode receber até 2,4 salários adicionais.
A Apeoesp (sindicato dos docentes) protestou. "Milhares estão indignados com os valores irrisórios. Há casos de profissionais que receberão R$ 0,48. É a gota-d'água."
VEJA AS 100 ESCOLAS MAIS BEM AVALIADAS NO 9º ANO E NO ENSINO MÉDIO
| RANKING | ESCOLA | CIDADE | IDESP 9º ANO E.F. |
|---|---|---|---|
| 1º | ANTONIO SANCHES LOPES | BALBINOS | 6,94 |
| 2º | LOURENCO BUENO DE CAMARGO | MORRO AGUDO | 6,67 |
| 3º | PEDRO MASCARI | ITÁPOLIS | 6,48 |
| 4º | DR ANIS DABUS | AVAÍ | 6,00 |
| 5º | COM FRANCISCO BERNARDES FERREIRA | OLÍMPIA | 6,00 |
| 6º | ANTONIO FERRAZ | MINEIROS DO TIETÊ | 5,77 |
| 7º | CARLOS CORREA VIANNA | REGINÓPOLIS | 5,58 |
| 8º | JOAO RAMALHO | JOÃO RAMALHO | 5,36 |
| 9º | FERNANDO BARBOSA LIMA | FERNANDÓPOLIS | 5,13 |
| 10º | SETH DE ALMEIDA | PRESIDENTE ALVES | 5,00 |
| 11º | VALENTIM GENTIL | ITÁPOLIS | 4,95 |
| 12º | JOAO GABRIEL RIBEIRO DR | SÃO JOSÉ DO RIO PARDO | 4,93 |
| 13º | JOAO OMETTO | IRACEMÁPOLIS | 4,86 |
| 14º | AZARIAS RIBEIRO CEL | MARACAÍ | 4,81 |
| 15º | TEOFILO DE ANDRADE DOUTOR | SÃO JOÃO DA BOA VISTA | 4,72 |
| 16º | ANTONIO MARIN CRUZ | MARINÓPOLIS | 4,69 |
| 17º | MANOEL DOS SANTOS | MAGDA | 4,66 |
| 18º | ANTONIO PERCHES LORDELLO PROF | LIMEIRA | 4,65 |
| 19º | AMALIA VALENTINA MARSIGLIA RINO PROFA | RINÓPOLIS | 4,65 |
| 20º | MARIA APARECIDA COIMBRA PROFA | PRESIDENTE ALVES | 4,57 |
| 21º | ATTILIO DEXTRO PROF | SANTA BÁRBARA D'OESTE | 4,55 |
| 22º | JOEL MIRANDA CAPITAO | SANTA ERNESTINA | 4,54 |
| 23º | ANTONIO ALVES ARANHA PROF | VALINHOS | 4,52 |
| 24º | BIECIO DE BRITTO | SANTA CRUZ DO RIO PARDO | 4,47 |
| 25º | SAMUEL DE CASTRO NEVES DR | PIRACICABA | 4,46 |
| 26º | JOAO CAETANO DA ROCHA PROF | ITÁPOLIS | 4,43 |
| 27º | CORIPHEU DE AZEVEDO MARQUES | APARECIDA D'OOESTE | 4,43 |
| 28º | OSCAR ALVES JANEIRO PROF | ARARAS | 4,43 |
| 29º | JOSE RIBEIRO DE BARROS PROF | PEDREGULHO | 4,42 |
| 30º | JOSE ROMAO PROF | PIRACICABA | 4,41 |
| 31º | FRANCISCO ALVARES PROF | CAMPINAS | 4,39 |
| 32º | OSCAR ANTONIO DA COSTA | SÃO FRANCISCO | 4,35 |
| 33º | PEDRO PEDROSA | NHANDEARA | 4,34 |
| 34º | ALBERTO VELLONE PADRE | CONCHAL | 4,34 |
| 35º | HUGO GAMBETTI PROF | PROMISSÃO | 4,33 |
| 36º | JOSE INOCENCIO DA COSTA | MATÃO | 4,32 |
| 37º | ARTUR HORSTHUIS DOM | JALES | 4,32 |
| 38º | PIO X | SÃO JOSE DO RIO PRETO | 4,32 |
| 39º | MARCOS RIBEIRO CEL | FARTURA | 4,32 |
| 40º | AMANCIA DIAS SAMPAIO PROFA | JACAREÍ | 4,31 |
| 41º | LIBERO DE ALMEIDA SILVARES | FERNANDÓPOLIS | 4,26 |
| 42º | JOSE GABRIEL DE OLIVEIRA | SANTA BÁRBARA D'OESTE | 4,25 |
| 43º | HOMERO ALVES | FRANCA | 4,25 |
| 44º | IGNACIO ZURITA JR | ARARAS | 4,24 |
| 45º | AYR PICANCO BARBOSA DE ALMEIDA PROFA | SÃO JOSÉ DOS CAMPOS | 4,24 |
| 46º | LEOVEGILDO CHAGAS SANTOS PROF | LIMEIRA | 4,23 |
| 47º | JOSE DE CAMPOS PROF | INDAIATUBA | 4,23 |
| 48º | LUCIA DE CASTRO BUENO PROFA | TABOÃO DA SERRA | 4,22 |
| 49º | FRANCISCO SILVEIRA COELHO PROF | TAQUARITINGA | 4,20 |
| 50º | JOSE FLORENCIO DO AMARAL | MONÇÕES | 4,20 |
| 69º | PARQUE ECOLOGICO | SÃO PAULO | 4,08 |
| RANKING | ESCOLA | CIDADE | IDESP 3º ANO E.M. |
|---|---|---|---|
| 1º | RIZZIERI POLETTI | CÂNDIDO RODRIGUES | 5,81 |
| 2º | JOAO CAETANO DA ROCHA PROF | ITÁPOLIS | 5,51 |
| 3º | FRANCISCO BERNARDES FERREIRA COMENDADOR | OLÍMPIA | 5,25 |
| 4º | PEDRO MASCARI | ITÁPOLIS | 5,17 |
| 5º | CARLOS CORREA VIANNA PROF | REGINÓPOLIS | 4,84 |
| 6º | JOAO RAMALHO DE | JOÃO RAMALHO | 4,83 |
| 7º | ANIS DABUS DR | AVAÍ | 4,81 |
| 8º | FRANCISCO DE PAULA ABREU SODRE DR | UBIRAJARA | 4,77 |
| 9º | FRANCISCO SALES DE ALMEIDA LEITE | FERNANDO PRESTES | 4,60 |
| 10º | AUGUSTA DO AMARAL PECANHA PROFA | PIRACAIA | 4,41 |
| 11º | ANTONIO SANCHES LOPES | BALBINOS | 4,25 |
| 12º | JOSE INOCENCIO DA COSTA | MATÃO | 4,16 |
| 13º | LUCIA DE CASTRO BUENO PROFA | TABOÃO DA SERRA | 4,03 |
| 14º | MANOEL DOS SANTOS | MAGDA | 3,91 |
| 15º | TEREZA VALVERDE CARDOSO TIRAPELE PROFA | GASTÃO VIDIGAL | 3,85 |
| 16º | JOSE TROMBI MONSENHOR | FARTURA | 3,84 |
| 17º | PEDRO MORAES CAVALCANTI | PIRACICABA | 3,79 |
| 18º | GENARO DOMARCO | MIRASSOL | 3,78 |
| 19º | RITA FERRAZ CASELLI PROFA | SANTA CRUZ DA ESPERANÇA | 3,75 |
| 20º | ANTONIO MAXIMIANO RODRIGUES | CATANDUVA | 3,74 |
| 21º | JOEL MIRANDA CAPITAO | SANTA ERNESTINA | 3,70 |
| 22º | PAULO DE ALMEIDA NOGUEIRA DR | COSMÓPOLIS | 3,62 |
| 23º | JOAO BORGES PROF | SÃO PAULO | 3,55 |
| 24º | PERY GUARANY BLACKMAN PROF | ITU | 3,55 |
| 25º | LENY BARROS DA SILVA PROFA | ASSIS | 3,54 |
| 26º | FRANCISCO RIBEIRO SOARES JUNIOR | BURITIZAL | 3,52 |
| 27º | ANTONIO FERRAZ | MINEIROS DO TIETÊ | 3,52 |
| 28º | JUCA LOUREIRO PROF | ESPÍRITO SANTO DO PINHAL | 3,51 |
| 29º | SEBASTIAO INOC ASSUMPCAO PROF | AREALVA | 3,51 |
| 30º | JOSE ALVES DE CERQUEIRA CESAR | GUARULHOS | 3,50 |
| 31º | ANGELO FRANZIN | ÁGUA DE SÃO PEDRO | 3,50 |
| 32º | MARCOS RIBEIRO CEL | FARTURA | 3,49 |
| 33º | CICERO BARBOSA LIMA JUNIOR PROF | VOTUPORANGA | 3,48 |
| 34º | MARIA DAS DORES VIANA PEREIRA PROFA | ELDORADO | 3,48 |
| 35º | ANTONIO PERCHES LORDELLO PROF | LIMEIRA | 3,47 |
| 36º | MARIA DA CONCEICAO MOURA BRANCO PROFA | SÃO CAETANO DO SUL | 3,47 |
| 37º | JOAQUIM GONCALVES DE OLIVEIRA | CRUZÁLIA | 3,44 |
| 38º | MARIO LEANDRO PROF | RIBEIRÃO PIRES | 3,44 |
| 39º | MARIO D ELIA | FRANCA | 3,43 |
| 40º | HONORINO FABBRI DR | HORTOLÂNDIA | 3,42 |
| 41º | JOAQUIM ANTONIO PEREIRA | FERNANDÓPOLIS | 3,41 |
| 42º | JOAO LOURENCO RODRIGUES PROF | CAMPINAS | 3,40 |
| 43º | RENE ALBERS PROF DR | PIRASSUNUNGA | 3,40 |
| 44º | JUSTINO GOMES DE CASTRO MAESTRO | MOCOCA | 3,38 |
| 45º | PEDRO DE TOLEDO | LINDÓIA | 3,37 |
| 46º | PASCHOAL CASTREQUINI PREFEITO | MIRA ESTRELA | 3,37 |
| 47º | ANTONIO ALVES ARANHA PROF | VALINHOS | 3,36 |
| 48º | ANGELO MARTINO PROF | IBITINGA | 3,35 |
| 49º | JOSE DOS SANTOS | ASPÁSIA | 3,35 |
| 50º | RUI BLOEM | SÃO PAULO | 3,34 |