Aplicado na rede estadual desde 1996, o Saresp é um instrumento utilizado pela Secretaria da Educação para avaliar o ensino básico em São Paulo. Os dados também servem para bonificar os professores e os estudantes com desempenho destacado ainda ganham prêmios, como laptops. Fizeram a última prova, em novembro de 2011, mais de 900 mil alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio.
domingo, 11 de março de 2012
Professor da USP: Saresp mostra que ensino não avançou em SP
Aplicado na rede estadual desde 1996, o Saresp é um instrumento utilizado pela Secretaria da Educação para avaliar o ensino básico em São Paulo. Os dados também servem para bonificar os professores e os estudantes com desempenho destacado ainda ganham prêmios, como laptops. Fizeram a última prova, em novembro de 2011, mais de 900 mil alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Dicas para a Secretaria de Educação para melhorar a Nota do Saresp nas Escolas de São Paulo
Defendemos a escola de tempo integral, a combinação entre o ensino propedêutico e o ensino prático. Que o princípio educativo seja o trabalho (principal relação entre a sociedade e a natureza). E que sua principal função seja a construção da consciência de classe, e sua conclusão mais importante seja a constatação dos interesses irreconciliáveis entre a classe dominante (burguesia) e a classe dominada (trabalhadores). Educar para a cidadania é um engodo, pois ela desde os tempos da antiguidade é um conceito excludente (na Grécia antiga - Atenas, o cidadão era apenas o homem grego: escravos, mulheres e estrangeiros não eram cidadãos). Portanto, para a burguesia, cidadania significa consumidor. Para tanto essa escola deve ser pública-estatal laica, propiciadora da construção/apropriação do conhecimento e um dos instrumentos de construção do socialismo. A luta por ela implica na unidade das lutas sindical e educacional; é impossível que ela tenha qualidade sem o atendimento das nossas reivindicações salariais e funcionais; é uma utopia reacionária pensar em melhorar o ensino sem melhorar as condições de trabalho;
Gestão Escolas:
A direção de escola deve ser eleita pelo voto direto e secreto, com mandato de dois anos, revogável. Defendemos a eleição dos coordenadores pelos Conselhos de Escolas. Conselhos de Escola paritários e deliberativos em conjunto com a organização de grêmios livres, que teriam assento nesses Conselho de Escolas;
Financiamento:
Queremos também uma pretensa melhoria das verbas para a educação. Defendemos a imediata aplicação de 10% do PIB rumo aos 15%. Exigimos uma Petrobrás 100% estatal, com toda sua arrecadação voltada para as áreas sociais, garantindo 15% do PIB para a educação. Somos contra a política de fundos, portanto contra o Fundeb. Verbas públicas apenas para as escolas públicas e diretamente para a Unidade Escolar.
Plano de Carreira:
Defendemos um sistema de carreira única e aberta, com reajustes lineares e evolução funcional por tempo de serviço e titulação, sem prazo de interstício Escala de vencimento único para os trabalhadores em educação e sem limite de evolução dentro da escala, evolução funcional baseada no tempo de serviço e formação profissional, contra a avaliação de desempenho. Estabilidade para todos os OFA's (Ocupantes de Função Atividade) e concurso público classificatório para os novos ingressantes.
Defendemos o piso do DIEESE por 20 h/aula, incorporação dos abonos e gratificações com extensão aos aposentados, reposição das perdas salariais, fim da promoção automática e redução do número de alunos por sala, 1/3 de hora-atividade rumo aos 50%, reequipamento de todas as escolas e melhoria da infra-estrutura didático pedagógica, etc.
Defendemos jornada de 20h/aula de 45min sendo 5h de HTPC's e 5h em local de livre escolha. Número máximo de alunos por sala de aula de 15 para Ensino Fundamental Ciclo I, 20 para o Ciclo 11 e 25 para Ensino Médio. Somos contra a LC 1094/2009, que impõe as jornadas de 12h e 40h, com salário proporcional. Exigência de imediata implementação da jornada com 1/3 de hora atividade (lei do piso nacional), rumo aos 50% de hora atividade. Reajustes lineares para a categoria, incorporação e extensão aos aposentados de todas as gratificações, pagamento automático de todos os benefícios e progressões.
Somos contra a política de gratificações e bonificações, inclusive as oriundas de avaliações de desempenho de professores e alunos.
Avaliação:
Defendemos que as avaliações a devem ser diagnostica, do processo ensino-aprendizagem e não dos agentes (professores e alunos) e estar a serviço de uma política educacional de total autonomia escolar, em função da classe trabalhadora A avaliação educacional e da aprendizagem deve ser um processo de ruptura e continuidade feita pelo conjunto da comunidade escolar. Somos contra a inspeção escolar, defendemos a autonomia didática, pedagógica e administrativa Currículo: Para nós, os programas e as grades curriculares devem ser abertos, elaborados democraticamente e com ampla liberdade de cátedra. Defendemos também a obrigatoriedade de todos os níveis da educação básica, do ensino infantil ao ensino médio.
Somos contra a inspeção escolar, defendemos a autonomia didática, pedagógica e administrativa Currículo: Para nós, os programas e as grades curriculares devem ser abertos, elaborados democraticamente e com ampla liberdade de cátedra. Defendemos também a obrigatoriedade de todos os níveis da educação básica, do ensino infantil ao ensino médio. Defendemos o fim do vestibular e o livre acesso a todos os que queiram entrar nas universidades públicas
Formação dos Professores:
Defendemos a formação permanente dos professores nas universidades públicas, afastamento remunerado durante três meses a cada dois anos para cursos (atualização, aperfeiçoamento e especialização) e com vencimentos integrais para mestrado e doutorado.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
SARESP e IDESP
É obrigação dos defensores da escola pública denunciar que a OMC (Organização Mundial do Comércio) inclui a educação no setor de serviços, o que está se definindo nas reuniões do GATS (Acordo Geral sobre Serviços). Isso significa que o acesso à educação não será mais tratado como um direito social, e sim como um serviço a ser comprado e negociado. E enquanto serviço tem que ser oferecido ao mercado com qualidade e deve ser produtivo e competitivo. Na minuta do acordo da ALCA (Acordo de Livre Comércio entre as Américas) de 2002, no capítulo de serviços, não existe limite para o número de empresas privadas estrangeiras na educação de um país, sem barreiras para o comércio. Segundo este acordo, os governos poderão ser obrigados a reconhecer diplomas ou certificados de empresas do ensino multinacional de cursos on – line. Neste contexto, não é difícil combinar estes dados com os motivos da política de meritocracia, bonificação e avaliação externa de desempenho.
O presente documento está em congruência com todos aqueles que lutam em defesa do ensino público, gratuito e de qualidade. O que importa é a identidade humana, e não a linha de produção; importam as características individuais, e não a massificação; importa a formação, e não o consumo; importam os múltiplos conhecimentos e aprendizados, e não a padronização; importa a construção, e não a competição; importa a formação acadêmica e científica, e não a vulgarização do preparar para empregar, simplesmente atendendo às necessidades do empresariado paulista, cada vez mais sedento de novos ocupantes de vagas cada vez mais exploradas e em condições cada vez mais precarizadas.
Em detrimento dessa opção educacional, resolvemos nos manifestar formalmente diante dos ataques dirigidos ao magistério, provenientes dos administradores da máquina do Estado. Em defesa da proposta de trabalho pedagógico apresentado acima, declaramos que nossos objetivos imediatos são:
1. Não participar institucionalmente de nenhum projeto pedagógico que esteja vinculado e submetido às metas e índices de avaliações externas que visem culpabilizar unicamente o magistério pelo fracasso educacional, ao passo que se esconde dessa maneira o descaso e o abandono para com a escola pública. Assim, atrelam – se essas mesmas metas às necessidades do capital, configurando uma pequena parte de um grande projeto do qual fazem parte instituições poderosas como o BID, a UNESCO e o UNICEF. Entendemos que no bojo deste projeto está uma redução cada vez maior da participação do Estado na educação, o que se dá também através de parcerias com empresas e ONG´s (Organizações Não Governamentais).
2. Continuar com o trabalho pedagógico que já desenvolvemos, inclusive com projetos de nossa autoria e que nunca – ou quase nunca – são valorizados, assistidos ou sequer reconhecidos como existentes pela maioria dos supervisores e dirigentes de ensino. Na maioria das vezes, os mesmos docentes que elaboram estes projetos, também os viabilizam financeiramente por conta própria, arrancando corajosamente subsídios materiais do seu próprio salário extremamente achatado.
3. Priorizar temáticas que envolvam questões de caráter social, e não mercadológico. Antes de aprender uma profissão na escola, o indivíduo necessita reconhecer – se como um ser humano que vive em uma sociedade. Somente após esta conscientização, ele poderá ser um profissional qualificado para a vida social. Empurrar pura e simplesmente uma ocupação no mercado de trabalho não garante realização pessoal e respeito aos colegas do ambiente em que trabalha. Além disso, ditar aos adolescentes que a sua formação deve acima de tudo conduzi – los a uma vaga no mercado de trabalho, não coincide com a verdade, uma vez que a maioria dos jovens que concluem o Ensino Médio permanecem desempregados ou precarizados. Não queremos formar “fazedores de provas”, mesmo porque “devemos mostrar a estes alunos a riqueza do acúmulo cultural, sem fins imediatos, nem tampouco diletantes, unir teoria e prática numa relação dialética com a própria vida. Estudar para quê, já que a conclusão do ensino médio ou universitário não garante sequer o ingresso no mercado de trabalho? Eis a questão. Um trabalho cujos frutos amadurecerão depois de muitos outonos.”
4. Destacar, dentre estas temáticas sociais, aquelas que mais explodem no cotidiano de nossa sociedade e culminam, direta ou indiretamente, dentro da sala de aula. Vivemos em um país com maioria de afrodescendentes que ainda sofre uma verdadeira barbárie racial, fato este que pode ser medido, mais de um século após a Lei Áurea, através da quantidade de afrodescendentes que freqüentam a universidade, versus quantidade de afrodescendentes cumprindo pena em presídios. Aplicar imediatamente a Lei Federal nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003 – que prevê a inclusão do Dia da Consciência Negra no calendário escolar - e executar o parecer das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico – Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro – Brasileira e Africana
5. Construir projetos pedagógicos que trabalhem e debatam a questão de gênero e também de diversidade sexual, em formatos que façam sentido na vida cotidiana de nossos alunos. Visar um convívio social em que o respeito às diferenças existentes entre os indivíduos humanos seja a peça fundamental no combate à intolerância e à violência.
6. Combater as medidas que envolvam destruir o trabalho docente e que colaboram para satisfazer as necessidades capitalistas, transformando nossos alunos em futuros empregados obedientes, que aceitem trabalhar cada vez mais por cada vez menos, sendo ameaçados a todo o momento com o fantasma da demissão. A criação da massa de desempregados na verdade funciona como um índice controlado pelos empresários para deter mais eficientemente qualquer ideia de rebeldia por parte dos trabalhadores.
7. Executar projetos que objetivem construir o aprendizado do aluno através de atividades que estimulem o prazer de estudar e também a identificação do aluno com a escola. Isso pode ser viabilizado através de gincanas culturais, composição de grupos/equipes de trabalho entre os alunos, realizando jogos que estimulem brincadeiras; tendo como objeto principal os conteúdos trabalhados em sala de aula.
8. Exigir que todos os projetos com fundamentação teórica/científica/pedagógica elaborados e executados pelos docentes nas escolas recebam a mesma verba oferecida para os projetos de “aumento do IDESP”. Verba da educação pública tem que ser destinada para projetos que garantam a continuidade do trabalho pedagógico desempenhado pelo docente, e não para avaliações institucionais externas que não refletem a realidade, o cotidiano e as dificuldades escolares.
* Manifesto apresentado pelos professsores da EE Jorge Rahme e aprovado na executiva regional de 07/08.
Fonte: http://apeoesp.blogspot.com/
domingo, 22 de novembro de 2009
Saresp 2009: O rescaldo

Nem todas as escolas/classes/turmas, como preferir, receberam as provas corretamente. Entenda-se: no caderno de provas de português deve constar apenas questões de português e não de geografia ou matemática, que seriam em outro dia, por exemplo. Então o Miguelito está lá respondendo sobre a metafísica de uma charge sobre cortadores de cana e quando vira a página encontra gráficos, números e equações sobre venda de banana a quilo. Miguelito pensa que pirou ou as regras mudaram repentinamente ou ainda, que transformou-se em vidente. Mas não: foi erro do grosso mesmo, daquele mutirão dos 350 (ou mais) levado às pressas para a gráfica tapa-buraco do SARESP, a IGB - Indústria Gráfica Brasileira (Barueri), com os ônibus da JWA Transportadora Turística, contratada sem licitação em caráter de urgência. Problemas desta natureza aconteceram aos montes, em graus vários e diversas localidades paulistas.
Nem todos os gabaritos das provas chegaram, quando chegaram não correspondiam com as provas. Quer dizer, a Secretaria da Educação e a FDE disseram ter criado 26 provas diferentes, com 24 questões cada, para evitar o ocorrido com o ENEM, há pouco mais de um mês. Vai daí que cada prova tem sua respectiva folha de respostas - as questões são as mesmas, o que muda é a ordem das perguntas. Se o Miguelito faz a prova modelo 24, deve ter em mãos o gabarito 24, onde assinalará as opções de respostas que julgar corretas. Acontece que Miguelito recebeu o gabarito da prova 13. Entretanto, no modelo 24 a resposta da questão 1 é C, e no modelo 13 é A. Elementar a confusão em cascata a partir disto, no momento da correção. Vale ressaltar que muitas unidades escolares receberam apenas os gabaritos, prova que é bom, necas; é a lei da compensação.
Nem todas as questões, por sua vez, tinham uma única opção correta, como costuma acontecer em avaliações corriqueiras e universais; assim sendo, ainda que o aluno tivesse chegado à resposta correta, teria que adivinhar qual era a alternativa correta. Da mesma forma, provas de matemática pediam que os alunos analisassem determinadas figuras, entretanto as tais figuras não estavam impressas para serem analisadas. (Comentário em Problemas na Aplicação do Saresp - 19/11/09)
Nem todas as escolas receberam provas em número suficiente para os alunos inscritos, enquanto que em outras era uma loucura e sobravam para todo lado. Isto é: provas das Escolas P, R e S foram parar na Escola X, que não precisava delas, deixando as Escolas P, R e S a ver navios enquanto a outra se afogava em celulose. Resultado: onde havia miséria de provas os professores tiraram cópias na base da vaquinha e/ou dinheiro da APM. Naquelas que as tinham de sobra, só Deus sabe o que foi feito com tanto papel, talvez o mesmo fim dado às montanhas de Caderno do Aluno, tão apropriadamente impressos pela Plural (a mesma gráfica do ENEM vazado), e outras de mesmo calibre.
Nem todas as escolas tiveram a sorte de contar com os aplicadores (R$50,00/período) e fiscais (R$100,00/dia) das provas, treinadíssimos e contratados a preço de ouro, porém muito mais em conta do que aqueles que serão designados multiplicadores no Nordeste (R$2.000,00/aula). Solução: diretores e demais responsáveis nas escolas se viraram nos trinta para tudo não se encaminhar ao brejo mais próximo. Agora só falta saber como essas pessoas serão pagas e quando, já que não tinham contrato como o dos faltosos.
Nem todos os professores, diretores, aplicadores e fiscais ou gente com problemas sarespianos conseguiram falar com o 08007273112, número fornecido pela empresa que levou R$ 27.418.148,80 para cumprir o contrato do SARESP 2009, o CAEd. Portanto, deve ter gente que até agora não sabe o que fazer da vida.
Nem todos os alunos que ficaram sem responder à avaliação do sistema, por um fato ou outro, perderam a chance de demonstrar o que sabem. Benevolentemente foram marcadas novas datas: 20 ou 23/11, caso dia 20 tenha sido feriado na cidade. Portanto engana-se quem pensa que o bafafá terminou.Embora a grande imprensa tenha se mantido taciturna, o tema foi cansativamente explanado pela assessoria de imprensa da Secretaria da Educação. Vejamos:
Para o caso do sorumbático 0800 que não atendia ninguém, a assessoria de imprensa da SEE explicou que a Embratel comeu bola ao confundir milhares de chamados de professores em pânico com um furioso ataque de hackers, mancomunados que estavam para escangalhar com o SARESP. O procedimento é normal, disse a assessoria de imprensa da SEE.
Para o caso das escolas em Mairiporã, Caieiras, Francisco Morato, Cajamar, Atibaia e outras que receberam provas de português pela segunda vez, quando deveriam ter recebido de matemática, a assessoria de imprensa da SEE informou que a ocorrência não foi significativa o suficiente para paralisar o andamento da prova e não terão [sic] grande influência no resultado da análise.
Da mesma forma, os 200 alunos (6 turmas) da EE Dr. Júlio Prestes de Albuquerque, em Sorocaba (90 km distante de SP, Rod. Castello Branco), se estreparam. Primeiro receberam as provas de uma escola de Santa Bárbara d'Oeste (130 km de SP, pertencente à região metropolitana de Campinas, Rod. dos Bandeirantes). Quando as novas caixas finalmente chegaram a diretoria tinha ordens de só abri-las na hora de cada prova. No dia da avaliação de matemática, no momento da distribuição, souberam que estavam com a de português, de novo. Diante disto atrasou geral e só terminarão o calvário dia 23/11. A assessoria de imprensa da SEE informou que o processo de avaliação não será comprometido.
No caso dos gabaritos trocados, a solução caseira foi simples: mandaram a gente riscar o número da folha de respostas e colocar igual ao da prova. Fala verdade, você aí não gostaria de participar dessas correções?
Para o caso perdido de Araraquara (273 km a noroeste de SP), no dia 18/11, apenas 20 mil alunos perceberam, ao mesmo tempo, que as provas de português estavam misturadas com as de geografia - cujo conteúdo só poderia ser conhecido no dia seguinte, junto com a prova de história. A assessoria de imprensa da SEE disse que o erro de empacotamento das provas foi isolado e não comprometeu a avaliação. Só as provas de geografia seriam substituídas, as demais deveriam ser guardadas.
Resumo final: O que você pensaria sobre isto, então? Pois a assessoria de imprensa da Secretaria da Educação e seu Secretário, classificaram os problemas como "normais" para um exame do tamanho do Saresp.Não obstante tamanha normalidade temos algumas perguntas/pensamentos básicos:-
