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segunda-feira, 12 de abril de 2010

De Quem é o Mérito?


Por Domingos Amato
A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo anunciou, recentemente, o resultado do primeiro concurso de promoção do Programa Valorização pelo Mérito. Os promovidos ganharão aumento de 25% em relação ao salário inicial de cada categoria.
O concurso de promoção do magistério contou com 135.841 candidatos inscritos, dos quais apenas 96.042 prestaram a prova e 81.526 foram aprovados. Desse montante, apenas 75.249 apresentaram os requisitos, 64.397 foram aprovados e 44.569 foram promovidos.
O Secretário da Educação parece ser o único que ficou feliz com o resultado. Afinal ele conseguiu encontrar 44.569 aprovados.
O Magistério de São Paulo é composto por cerca de 222.800 profissionais. Esse número na verdade é maior, mas o PSDB sempre fez questão de excluir os secretários, escriturários, inspetores de alunos, serventes e merendeiras desse número, mantendo-os na senzala. Desse total apenas 96.042 profissionais compareceram para a realização das provas. O fato de apenas 43% do total de funcionários estarem presentes ao certame indica claramente o descontentamento da grande maioria com o processo, ainda mais se levarmos em conta que boa parte desses 43% compareceu, mesmo não concordando com o processo, talvez por se julgarem incapazes de reverter o que foi imposto goela abaixo pelo ex-democrata, agora monarca José Serra.
O Resultado da prova impressiona muito. Dos 96.042 profissionais que prestaram as provas, 81.526 lograram promoção. Para uma avaliação dessa monta, obter 85% de aprovação é um resultado espetacular, principalmente se levarmos em conta que tudo foi feito as pressas. Bibliografia extensa e de última hora.
Com relação à bibliografia, chama à atenção o fato, que quase toda ela, ser anterior a 2002. Como se o mundo acadêmico tivesse parado de produzir a partir da saída do Sr Secretário do Ministério da Educação. Como se o País estivesse passando por um hiato, em virtude das prima-donas não estarem no poder central.
Ao contrário do que aconteceu com o resultado das provas realizadas em dezembro, quando a imprensa tripudiou, com a anuência da Secretaria da Educação, sobre a cabeça dos professores, não vimos nenhuma manchete destacando que, desta feita, 85% dos Professores que fizeram esta avaliação lograram aprovação.
É bem verdade que até o presente momento, a Secretaria da Educação não divulgou os dados relativos ao desempenho dos docentes nas avaliações. Até agora, temos acesso aos nomes e cargos dos promovidos. Individualmente cada um tem acesso aos resultados que obteve nas 60 questões objetivas, na questão dissertativa e na média das duas avaliações. Nas conversas sobre o assunto, temos ouvido de tudo e como não temos os dados, fica difícil uma analise mais apurada sobre o resultado, mas percebemos uma alegria imensa com relação ao resultado obtido na questão dissertativa.
Quem pensou no formato da prova sabia o que estava fazendo. Após décadas de discussão sobre avaliação, a Secretaria adotou o que existe de mais atrasado em termos de avaliação. Afinal tudo fazia parte do script de saída do Governador para vôos mais altos. Se tudo desse certo, além das inúmeras inaugurações de obras e maquetes, no mês de março, os professores estariam felizes. Pagamento do Bônus pelos resultados e o anuncio do aumento de 25% nos salários daqueles promovidos pelo mérito, ainda mais porque retroage a primeiro de janeiro, enquanto nas próximas edições, se ocorrerem, o pagamento será a partir de junho.
A perversidade é tamanha. Como os salários são muito baixos, motivo pelo qual o magistério está em greve, cinco por cento de aumento para todos, seria uma afronta e, não surtiria o efeito necessário em ano eleitoral. Já os vinte e cinco por cento de reajuste, mesmo que para uma minoria, além do impacto midiático, joga nas costas do professor a culpa pelo fracasso uma vez que no máximo dois em cada grupo de dez obtiveram o beneficio. Não podemos nos esquecer dos aposentados uma vez que em prevalecendo essa sistemática, nunca mais terão reajuste em seus proventos. Restou provado que alem dos pobres, eles não gostam de velhos.
O mês de março se transformou num verdadeiro desastre para a Secretaria da Educação. Só não foi pior, em termos de mídia, porque conseguiram preencher todas as vagas para a promoção. Há indícios muito fortes de que houve uma “flexibilização” na correção da questão dissertativa em favor dos avaliados, até pela pretensão de se utilizar esse processo politicamente durante a campanha presidencial. Se de fato ocorreu, distorceu o resultado final.
Acho que todos lembram daquela história do piloto (coisa antiga), que obteve nota dez na decolagem e nota zero na aterrissagem. Conseguiu seu brevê com a média cinco, mas todos os passageiros morreram. Por analogia, um professor de matemática que tenha obtido nota três na parte especifica e, acreditando ou não, conseguiu reproduzir o discurso do governo na parte dissertativa, obteve nota dez. Foi aprovado e provavelmente promovido, pois obteve a média seis e meio. Tal qual os passageiros daquele piloto, os alunos desse professor estarão numa saia justa.
É difícil falar sobre esse assunto, de dentro da corporação, afinal sujeito e objeto do processo, temos que levar em conta as implicações que isso pode trazer no dia a dia, trabalhando com alguns promovidos e muitos não. Afinal somos 178.000 descontentes e outros 44.000 nem tanto. Mas uma coisa é certa: a Secretaria da Educação deve, com urgência, publicar os resultados obtidos por cada um, afinal a sociedade deve ter conhecimento de que forma os recursos públicos estão sendo aplicados ou implicados.
Só com a intervenção da sociedade organizada, sairemos desse imbróglio em que nos meteu os interesses escusos daqueles que governam esse estado há quinze anos, como se isto aqui fosse uma monarquia, e não uma democracia representativa.
O mérito será exclusivamente deles.
Domingos Amato
Fonte: http://profdomingos.blogspot.com

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

CONCEITOS IMPORTANTES PARA ENTENDER A EDUCAÇÃO NA ATUALIDADE


CONCEITOS IMPORTANTES PARA ENTENDER A EDUCAÇÃO NA ATUALIDADE.
ELABORADOS A PARTIR DA BIBLIOGRAFIA DOS ÚLTIMOS CONCURSOS PARA PROFESSORES DAS REDES PÚBLICAS

Negrito
APRESENTAÇÃO
A Oposição Alternativa, há anos é o principal coletivo de Oposição na Apeoesp. Nossa militância tem se pautado na organização da luta da nossa categoria e dos trabalhadores em geral, visando uma sociedade justa, e portanto socialista. Estamos empenhados na resistência contra os ataques de Serra e Paulo Renato, como temos feito, desde que Covas, na década de 1990, iniciou as reformas educacionais no Estado de São Paulo e a culpabilização dos educadores pelo fracasso de seus governos na educação.
Desde o ano passado, aprovaram as leis da chamada “cultura da avaliação”, no fundo mais um ataque, vinculando o salário da categoria às avaliações de “mérito” , demitindo e precarizando, ainda mais, o trabalho nas escolas. Exigimos respeito à nossa categoria e por isso, defendemos que somente com nossa organização, Serra não irá cortar nossos direitos.
A Oposição Alternativa, não coloca como eixo central do movimento sindical a preparação para concursos, porém diante desses ataques, desde o concurso de 1998, temos organizado cursos e grupos de estudos visando colaborar com o professorado.
Dessa vez, pautamo-nos nas bibliografias dos últimos concursos públicos e organizamos uma espécie de mini-dicionário da pedagogia contemporânea com 80 verbetes, elencados por ordem alfabética. Esperamos estar colaborando com nossa categoria e chamamos todos à luta para conquistar uma educação pública de qualidade para os filhos dos trabalhadores
.

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Autores - Parte Geral - Pedagógica

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Concurso - Material específico de Filosofia




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Bibliografia Comentada de Arte

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Concurso - Material para Prova específica de Geografia



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Concurso - Material Publicações institucionais

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Concurso - Material para Prova específica de Física

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Concurso - Material para prova específica de Lingua Portuguesa

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Concurso - Material para prova específica de Matemática

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

REVISTA DE EDUCAÇÃO BIBLIOGRAFIA PARTE GERAL – PEB II

Sei que a maioria dos professores e professoras já possuem esse material.

Mas....Informação nunca é demais!

Ainda estou garimpando o material solicitado pelos colegas (por e-mail e pelo Blog).

1. OLIVEIRA, Marta K. de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento; um processo sócio-histórico. 4. ed. São Paulo: Scipione,1997.
2. ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para reencantar a educação - epistemologia e didática. Piracicaba: Unimep, 2001.
3. COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.
4. COLL, César; MARTÍN, Elena e colaboradores. Aprender conteúdos & desenvolver capacidades. Porto Alegre: Artmed, 2004.
5. CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002.
6. DELORS, Jacques e EUFRAZIO, José Carlos. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1998.
7. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz e Terra, 2008.
8. GARDNER, Howard; PERKINS, David; PERRONE, Vito e colaboradores. Ensino para a compreensão. A pesquisa na prática. Porto Alegre: Artmed, 2007.
9. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2003.
10. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.
11. LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível, o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.
12. MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre: Artmed, 2008.
13. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006.
14. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
15. PIAGET, Jean. Para onde vai a educação?. Rio de Janeiro: José Olimpio, 2007.
16. PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.
17. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
18. TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo. São Paulo: Ática, 2001.
19. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem - Práticas de Mudança: por uma práxis transformadora. São Paulo: Libertad, 2003.
20. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.

Baixe o Material em PDF apostilado AQUI ou clic na imagem abaixo

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A armadilha de Serra/Paulo Renato: Prova para Evolução

Boicotar a prova de promoção por mérito


Lamentavelmente, os professores estaduais de São Paulo possuem um péssimo salário, muito abaixo do merecido. Os professores estão cada vez mais desvalorizados com um salário vergonhoso. Temos de complementar a renda familiar realizando dupla ou tripla jornada de trabalho, prejudicando em muito a qualidade das aulas ministradas e a saúde do professor.
A hegemonia tucana no governo do estado de São Paulo perdura a mais de 15 anos, impondo uma política neoliberal nos variados segmentos. O governo estadual não dá aumento salarial aos professores estaduais a mais de uma década. Ao invés de termos um aumento salarial de fato e de direito, o governo desmobiliza a classe impondo uma política de bônus e gratificações em nossos salários.
Atualmente, cerca de 40% de nosso salário são com Bônus e Gratificações, que não são levados em conta no momento de sua aposentadoria. Isto significa que o professor tem um salário no período em que está trabalhando, mas quando se aposenta este será drasticamente reduzido.
A última ofensiva contra nossa classe foi a Lei Complementar 1.097/2009, que institui o princípio da meritocracia e estabelece a promoção salarial dos servidores com base em desempenho, e não mais por tempo de serviço. Isto significa que ao invés de aumentar o nosso salário e incorporar as bonificações-gratificações ao nosso salário, os professores terão de realizar uma Prova de Promoção por Mérito restrito apenas a 20% dos educadores.
Todos os sindicatos do magistério da rede estadual (Apampesp, Apase, Apeoesp, CPP e UDEMO) têm decisão votada em suas respectivas instâncias de boicotar a prova de promoção por mérito. E por uma questão de coerência, as subsedes da Apeoesp estão vedadas (proibidas) de aplicar cursos ou qualquer tipo de auxílio para aqueles que farão esta prova.
Além dos problemas já ditos, defendemos o boicote desta prova de Promoção por Mérito por que:
1.) 80% dos professores serão boicotados;
2.) Com a promoção por mérito o professor APROVADO teria reajuste a cada 4 anos;
3.) Mesmo aprovado, o professor deverá estar entre os 20% melhores classificados na prova para ter direito ao reajuste;
4.) Para atender os critérios, o professor deve permanecer por 3 anos na mesma unidade escolar e não faltar, neste caso, os professores OFAS dificilmente atenderiam os critérios, uma vez que todo ano mudam de escola. Professores removidos e que utilizaram o artigo 22 também estariam de fora;
5.) Professores aposentados são desconsiderados;
6.) Professores em final de carreira pouco se beneficiariam da prova;
7.) Professores que nas futuras provas não cumprirem os critérios, não forem aprovados ou não estiverem entre os 20% melhores nunca terão aumento;
8.) A prova fere a Lei Constitucional que garante isonomia salarial do funcionalismo público.

Diante dos motivos expostos acima, aqueles professores que pretendiam participar deste grande engodo não devem fazê-lo e se a decisão for por fazer que saibam das conseqüências para o coletivo.
Oposição Alternativa APEOESP

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Material - Educação Física

EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE MEDIANTE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR


A tematização das lutas na Educação Física Escolar: restrições e possibilidades


ATIVIDADE FÍSICA, PROCESSO SAÚDE-DOENÇA E CONDIÇÕES SÓCIO-ECONÔMICAS: UMA REVISÃO DA LITERATURA

Algumas BIBLIOGRAFIAS COMENTADAS DE HISTÓRIA

Fonte: O contador de História Postado por Chris Becker

Algumas BIBLIOGRAFIA DE FILOSOFIA

DICIONÁRIO DE FILOSOFIA - CLIQUE AQUI
A CONDIÇÃO HUMANA - CLIQUE AQUI
POLÍTICA - CLIQUE AQUI
CONVITE À FILOSOFIA - CLIQUE AQUI
APRESENTAÇÃO DA FILOSOFIA - NÃO ENCONTREI
DISCURSO DO MÉTODO - CLIQUE AQUI
PENSAMENTOS. A OBRA PRIMA DE CADA AUTOR - TRECHOS SELECIONADOS CLIQUE AQUI
PARA A OBRA NA ÍNTEGRA - CLIQUE AQUI
MARXISMO SEM UTOPIA - NÃO ENCONTREI!
TEXTOS BÁSICOS DE ÉTICA - NÃO ENCONTREI!
CIÊNCIA COM CONSCIÊNCIA - NÃO ENCONTREI!
INTRODUÇÃO À LÓGICA - CLIQUE AQUI
A REPÚBLICA - CLIQUE AQUI
OS CLÁSSICOS DA POLÍTICAS - NÃO ENCONTREI!
A ESCOLA DE FRANKFURT - NÃO ENCONTREI!
Fonte: Katia

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Bibliografia indicada será requerida na primeira etapa do concurso público para provimento de cargo do PEB II, para seleção de docentes temporários (

De acordo com a Resolução SE 80, de 3 de novembro de 2009, a bibliografia indicada será requerida na primeira etapa do concurso público para provimento de cargo do PEB II, para seleção de docentes temporários (provinha do ACT) e para a progressão na carreira.


Bibliografia para PEB I
1. CURTO, Lluís Maruny; MORILLO, Maribel M. & TEIXIDÓ,Manuel M. Escrever e ler - Volume I e II. Porto Alegre. Artmed, 2000.
2. DOLZ , J. e SCHNEUWLY, B. Gêneros e progressão em expressão oral e escrita. Elementos para reflexões sobre uma experiência suíça (francófona). In “Gêneros Orais e escritos na escola”. Campinas(SP): Mercado de Letras; 2004.
3. ECHEVERRÍA, M. P. P.; POZO, J. I. Aprender a resolver problemas e resolver problemas para aprender. In: POZO, J. I. (Org.). A solução de problemas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
4. FERREIRO, Emília. Com todas as letras. São Paulo: Editora Cortez,1996.
5. __________. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo:Editora Cortez,1996.
6. _________. Cultura escrita e educação: conversas de Emilia Ferreiro com José Antonio Castorina, Daniel Goldin e Rosa MariaTorres. Porto Alegre: Artmed, 2001.
7. FIORIN, J. L. In: Introdução ao pensamento de Bakhtin. São Paulo: Ática; 2006.
8. GERALDI, J. W. Linguagem e Ensino. Exercícios de militância e divulgação. Campinas (SP): ALB - Mercado de Letras, 1996.
9. LATAILLE, Yves et alii. Piaget, Vygotsky, Wallon: Teorias psicogenéticas em discussão. SP, Summus, 1992
10. LERNER, Delia. Ler e escrever na escola. O real, o possível e o necessário. Porto Alegre. Artmed. 2002
11. LERNER, D. e SADOVSKY, P. O sistema de numeração:um problema didático. In: PARRA, Cecília; SAIZ Irmã; [et al] (Org.). Didática da Matemática: Reflexões Psicopedagógicas. Tradução por Juan Acuña Llorens. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. p. 73-155.
12. NEMIROVSKY, Myriam. O Ensino da Linguagem escrita. Artmed, 2002.
13. SCHNEUWLY, Bernard. Palavra e ficcionalização: Um caminho para o ensino da linguagem oral. In “Gêneros Orais e escritos na escola”. Campinas(SP): Mercado de Letras; 2004.
14. SMOLKA, Ana Luíza Bustamante. A criança na fase inicial da escrita. Alfabetização como processo discursivo. São Paulo (SP): Cortez; Campinas (SP): Editora da Universidade Estadual de Campinas, 2003.
15. SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Editora Artmed, 1998.
16. TEBEROSKY, Ana, COLOMER, Teresa. Aprender a Ler e a Escrever - uma proposta construtivista. Porto Alegre Artmed. 2002.
17. ZABALA, Antoni. A Prática Educativa - Como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
18. VYGOTSKY. L.S. Formação social da mente. Martins Fontes. São Paulo. 2007.
19. WEISZ, Telma. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.
Documentos para PEB I
PROGRAMA LER E ESCREVER - Documentos disponibilizados no site do Ler e Escrever:
http://lereescrever.fde.sp.gov.br
ORIENTAÇÕES CURRICULARES DO ESTADO DE SÃO PAULO:
LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA - CICLO I
Documentos oficiais
Resolução SE Nº 86/2007 - Institui, para o ano de 2008, o Programa “Ler e Escrever”, no Ciclo I das Escolas Estaduais de Ensino Fundamental das Diretorias de Ensino da Coordenadoria de Ensino da Região Metropolitana da Grande São Paulo.
Resolução SEE - 96, de 23/12/2008 - Estende o Programa “Ler e Escrever”para as Escolas Estaduais de Ensino Fundamental do Interior.
LISTA DOS MATERIAIS DO LER E ESCREVER
• Guia de Planejamento e Orientações Didáticas do Professor Alfabetizador - 1ª série - volume 1 e 2.
• Caderno de Planejamento e Avaliação do Professor Alfabetizador - 1ª série
• Guia de Planejamento e Orientações Didáticas - 2ª série - volume 1 e 2
• Guia de Planejamento e Orientações Didáticas - 3ª série - volume 1 e 2
• Material do Professor - Programa Intensivo no Ciclo(PIC) 3ª série - volume 1 e 2
• Guia de Planejamento e Orientações Didáticas - 4ª série - volume único
• Material do Professor -- Programa Intensivo no Ciclo(PIC) 4ª série - volume 1, 2 e 3
BOLSA ALFABETIZAÇÃO -
http://escolapublica.fde.sp.gov.br/
DECRETO Nº 51.627, DE 1º DE MARÇO DE 2007- Institui o Programa “Bolsa Formação - Escola Pública e Universidade”
Resolução SE-90, de 8-12-2008 - Dispõe sobre a expansão e aperfeiçoamento do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização.
Resolução SE-91, de 8-12-2008 - Dispõe sobre constituição de equipe de gestão institucional para ampliação e aperfeiçoamento do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização, no âmbito do Programa Bolsa Formação - Escola Pública e Universidade.

Bibliografia para Parte Geral
1. 10.OLIVEIRA, Marta K. de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento; um processo sócio-histórico. 4. ed. São Paulo: Scipione,1997.
2. ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para reencantar a educação - epistemologia e didática. Piracicaba: Unimep, 2001.
3. COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.
4. COLL, César; MARTÍN, Elena e colaboradores. Aprender conteúdos & desenvolver capacidades. Porto Alegre: Artmed, 2004.
5. CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002.
6. DELORS, Jacques e EUFRAZIO, José Carlos. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1998.
7. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz e Terra, 2008.
8. GARDNER, Howard; PERKINS, David; PERRONE, Vito e colaboradores. Ensino para a compreensão. A pesquisa na prática. Porto Alegre: Artmed, 2007.
9. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2003.
10. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.
11. LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível, o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.
12. MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre: Artmed, 2008.
13. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006.
14. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
15. PIAGET, Jean. Para onde vai a educação?. Rio de Janeiro: José Olimpio, 2007.
16. PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.
17. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
18. TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo. São Paulo: Ática, 2001.
19. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem - Práticas de Mudança: por uma praxis transformadora. São Paulo: Libertad, 2003.
20. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Documentos para Parte Geral
1. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Fundamental. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/pceb004_98.pdf
2. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Médio - Parecer 15/98. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/pceb015_98.pdf
3. BRASIL. MEC/INEP. Fundamentos teórico-metodológicos do ENEM. Disponível em: http://www.publicacoes.inep.gov.br/detalhes.asp?pub=4005
4. BRASIL. MEC/INEP. IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Disponível em: http://portalideb.inep.gov.br/
5.BRASIL. MEC/INEP. Prova Brasil e o SAEB. Disponível em: http://provabrasil.inep.gov.br/
6.BRASIL. MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais. Introdução. Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental.Brasília: MEC/SEF,1997. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/introducao.pdf
7. BRASIL. MEC/SEMTEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: MEGSEMTEC, 2002.
8.SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio: Documento de Apresentação. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/PropostaCurricularGeral_Internet_md.pdf.


Bibliografia para Língua Portuguesa
1. BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
2. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1997.
3. CANDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade. 10ª. Ed. São Paulo: Ouro sobre Azul, 2008.
4. COLOMER, Teresa; CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Porto Alegre: Artmed, 2002.
5. EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Editora, 2006.
6. FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: UNB, 2008.
7. KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor - Aspectos cognitivos da leitura. Campinas, São Paulo: Pontes, 2005.
8. KOCH, Ingedore G. Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 2008.
9. MARCUSCHI, Luiz Antônio: Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2007.
10. MARTINS, Nilce Sant’anna. Introdução à estilística. São Paulo: EDUSP, 2008.
11. NOLL, Volker. O português brasileiro: formação e contrastes. São Paulo: Globo, 2008.
12. SARAIVA, José Antonio. Iniciação à Literatura Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras.
13. SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas / São Paulo: Mercado de Letras, 2004.
14. SOUZA, Mauro Wilton de (org.). Sujeito, o lado oculto do receptor. São Paulo: Brasiliense, 1995.
15. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,1998.
Documentos para Língua Portuguesa
1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_LP_COMP_red_md_20_03.

Bibliografia para Arte
1. ALMEIDA, Berenice e PUCCI, Magda. Outras terras, outros sons. São Paulo: Callis, 2003.
2. BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2007.
3. BERTHOLT, Margot. História Mundial do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2004.
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13. SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. São Paulo: Editora da UNESP, 2000.
14. SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais na Sala de Aula. São Paulo: Perspectiva, 2008.
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Documentos para Arte
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Bibliografia para Educação Física
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Documentos para Educação Física
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Documentos para Língua Estrangeira Moderna - Inglês
1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Língua Estrangeira Moderna para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:
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Bibliografia para Matemática
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5. DAVIS, Philip J., HERSH, Reuben - O Sonho de Descartes. O mundo de acordo com a Matemática. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988.
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7. DERTOUZOS, Michael. O que será? Como o novo mundo da informação transformará nossas vidas. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
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9. EGAN, Kieran. A mente educada. Os males da Educação e a ineficiência educacional das escolas. Rio de Janeiro: Editora Bertand Brasil, 2002.
10. GARBI, Gilberto G. A Rainha das Ciências - Um passeio histórico pelo maravilhoso mundo da Matemática. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2007.
11. LIMA, Elon Lajes et alii. A Matemática do Ensino Médio (3 volumes). Coleção do Professor de Matemática/Sociedade Brasileira de Matemática. Rio de Janeiro: SBM, 1999.
12. MLODINOW, Leonard. A janela de Euclides. A História da Geometria, das linhas paralelas ao hiperespaço. São Paulo: Geração Editorial, 2004.
13. MOLES, Abraham. A criação científica. São Paulo: Editora Perspectiva, 1998
14. SATOY, Marcus Du. A música dos números primos. A história de um problema não resolvido na matemática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2007.
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Documentos para Matemática
1.SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Matemática para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:
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15. TEIXEIRA, W., TAIOLI, F., FAIRCHILD, T., TOLEDO, C. (orgs.). Decifrando a Terra. 2.ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009 .
Documentos para Ciências
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Bibliografia para Física
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9. FEYNMAN, Richard. Física em 12 lições. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Sinergia/Ediouro, 2009.
10. FRIAÇA, Amâncio. Astronomia: uma visão geral do universo. São Paulo: EDUSP, 2002.
11. GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA (GREF). Física. São Paulo: EDUSP, 2001/2005. 3 volumes: (Volume 1 - Mecânica; Volume 2 - Física térmica e óptica; Volume 3 - Eletromagnetismo)
12. HEWITT, Paul G. Física Conceitual. São Paulo: Bookman, 2002. 9ª Edição.
13. ROCHA, José Fernando. Origens e Evolução das idéias da Física. Salvador: EDUFBA, 2002
14. OKUNO, E. Radiação: efeitos, riscos e benefícios. São Paulo: Harbra, 1998.
15. RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 8. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. 4 v.
Documentos para Física
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2. CANTO, E. L. Minerais, Minérios, Metais: De onde vêm? Para onde vão? 2ª ed. São Paulo: Moderna, 2008.
3. CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal?. 2a. reimp., trad Fifer, R. São Paulo: Brasiliense, 2009.
4. CHASSOT, A. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. 2ª ed. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 2001.
5. GRUPO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO QUÍMICA. Interações e Transformações - Química para o Ensino Médio. Livros I, II. Guia do professor: livro do aluno - São Paulo, 1995/2007.
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http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos.
12. ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução à Química Ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2009.
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Documentos para Química
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3. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Química para o Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:
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Bibliografia para Biologia
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3. CARVALHO F.H & PIMENTEL S.M.R. A célula (2007) - Barueri: Manole, 2007
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5. CLEVELAND , P. H. JR., ROBERTS, L. S. & LARSON. Princípios Integrados de Zoologia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara - Koogan, 2004
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9. KRASILCHIK, M. 2004. Prática de ensino de Biologia. 4ª ed., São Paulo, EDUSP, 2008.
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12. RIDLEY, M. Evolução. 3a. ed. Porto Alegre: ArtMed Editora 2006.
13. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia Animal. Adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Ed. Livraria Santos, 2002.
14. SENE, F. M. Cada caso, um caso... puro acaso – Os Processos de evolução biológica dos seres vivos. Ribeirão Preto: SBG, 2009.
15. TORTORA, G. J. Corpo humano: Fundamentos de anatomia e fisiologia. 6.ed. Porto Alegre: ARTMED, 2006.
Documentos para Biologia
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Bibliografia para História
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2. BITENCOURT, Circe Maria F.. Ensino de História – fundamentos e métodos. 1ª Ed., São Paulo, Cortez, 2005.
3. BLOCH, Marc. Apologia da História - ou ofício do historiador. 1ª Ed., Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2002.
4. BURKE, Peter. O que é História Cultural? 1ª Ed., Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2005.
5. FAUSTO, Boris. História do Brasil. 13ª Ed. São Paulo: EDUSP, 2008
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7. FONSECA, Selva G . Didática e Prática de Ensino de História. Campinas, SP, Papirus, 2005.
8. FONSECA, Selva G. Caminhos da História Ensinada. Campinas, SP, Papirus, 2009
9. FUNARI, Pedro Paulo e SILVA, Glaydson José da. Teoria da História. São Paulo: Editora Brasiliense, 2008.
10. HERNANDEZ, Leila Leite. África na sala de aula – visita à história contemporânea. 2ª Ed., São Paulo, Selo Negro, 2008.
11. HEYWOOD, Linda M. (Org.). Diáspora negra no Brasil. São Paulo, Contexto, 2008.
12. KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo, Contexto, 2003.
13. LE GOFF, Jacques. História e Memória. 1ª Ed., Campinas, UNICAMP, 2003. (Capítulos indicados: “Memória”; “Documento/monumento”; “História”; “Passado/presente”).
14. PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Novos temas nas aulas de história. São Paulo: Contexto, 2009.
15. SOUZA, Marina de Melo. África e o Brasil Africano. 2ª Ed., São Paulo, Ática, 2007.
Documentos para História
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2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio – Ciências Humanas e suas Tecnologias - História. Brasília, MEC/SEB, 2006.
3. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de História para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_HIST_COMP_red_md_20_03.pdf
Bibliografia para Geografia
1. AB’SABER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê, 2007.
2. CASTELLS, Manuel. A Galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
3. CASTROGIOVANNI, A. Carlos;, Helena C.; KAERCHER, Nestor André. Ensino de Geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, 2001.
4. DURAND, Marie-Françoise (et. alli), Atlas da Mundialização: compreender o espaço mundial contemporâneo; tradução de Carlos Roberto Sanchez Milani. Saraiva: SP, 2009.
5. ELIAS, Denise. Globalização e Agricultura. São Paulo: Edusp, 2003.
6. GUERRA, José Teixeira; COELHO Maria Célia Nunes. Unidades de Conservação: abordagens e características geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009.
7. HAESBAERT, Rogério; PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Unesp, 2006.
8. HUERTAS, Daniel Monteiro. Da fachada atlântica à imensidão amazônica: fronteira agrícola e integração territorial. Fapesp/Annablume/Banco da Amazônia: São Paulo, 2009
9. MAGNOLI, Demétrio. Relações Internacionais: teoria e história. SP:Saraiva, 2004.
10. MARTINELLI, Marcelo. Mapas da Geografia e da Cartografia Temática. São Paulo: Contexto, 2003.
11. SALGADO-LABOURIAU, Maria Léa. História ecológica da Terra. São Paulo: Edgard Blücher, 1996.
12. SANTOS, Milton. Por uma outra Globalização. Rio de Janeiro: Record, 2004.
13. SOUZA, Marcelo Lopes. O ABC do Desenvolvimento Urbano. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.
14. THÉRY, Hervé; MELLO, Neli Aparecida. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: EDUSP, 2008
15. TOLEDO, Maria Cristina Motta de; FAIRCHILD, Thomas Rich; TEIXEIRA, Wilson. Decifrando a Terra. São Paulo: Ibep, 2009.
Documentos para Geografia
1. BRASIL, Ministério da Educação. ENCCEJA. História e geografia, ciências humanas e suas tecnologias: livro do professor - ensino fundamental e médio/Coordenação Zuleika de Felice Murrie. Brasília: MEC/INEP, 2002.
2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio – Ciências Humanas e suas Tecnologias - Geografia. Brasília, MEC/SEB, 2006.
3. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros Curriculares Nacionais - Geografia. Brasília, MEC/SEB, 1998.
4.SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Geografia para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_GEO_COMP_red_md_20_03.pdf

Bibliografia para Filosofia
1. ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
2. ARENDT, Hannah. A condição humana. 10. Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005.
3. ARISTÓTELES. Política. São Paulo. Martins Fontes, 1998.
4. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia, São Paulo: Ática, 13ª ed., 2003.
5. COMTE-SPONVILLE. Apresentação da filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
6. DESCARTES, René. Discurso do Método/Meditações. São Paulo: Editora Martin Claret, 2008.
7. EPICURO. Pensamentos. Coleção A Obra-Prima de Cada Autor. São Paulo: Editora Martin Claret, 2005
8. GORENDER, Jacob. Marxismo sem utopia. São Paulo: Ática, 1998
9. MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de ética: de Platão a Foucault. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007.
10. MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 6. Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
11. MORTARI, Cezar. Introdução à lógica. São Paulo: UNESP/Imprensa Oficial do Estão, 2001.
12. PLATÃO. A República. São Paulo: Editora Martin Claret, 2000.
13. ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. Disponível em:
http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/contrato.pdf.
14. WEFFORT, Francisco C. (org.) Os clássicos da política. São Paulo: Ática, 2006. 2V.
15. WIGGERSHAUS, Rolf: A Escola de Frankfurt. História, desenvolvimento teórico, significação política. Rio de Janeiro: DIFEL, 2002.
Documentos para Filosofia
1. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio – Ciências Humanas e suas Tecnologias - Filosofia, Brasília, MEC/SEB, 2006.
2.SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Filosofia para o Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008.
Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_FILO_
COMP_red_md_20_03.pdf e
http://www.rededosaber.sp.gov.br/ portais/Portals/18/arquivos/Grade_FILO_Volume_1_cor.pdf

Bibliografia para Sociologia
1. BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade, Petrópolis:Vozes, 2006.
2. BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 1987. Capítulos 1, 2 e 3.
3. BRYM, Robert, Lie, J. et al. Sociologia: uma bússola para um novo mundo. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
4. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
5. CUCHE, Dennys. A noção de cultura nas ciências sociais. 2. ed. Bauru:Edusc, 2002.
6. DA MATTA, Roberto. A Antropologia no quadro das ciências. In:_______. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro:Rocco, 1981.
7. DE CICCO, C. e GONZAGA, Álvaro de A. Teoria Geral do Estado e Ciência Política. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009.
8. DUBAR, Claude. A socialização: construção das identidades sociais e profissionais. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
9. GIDDENS, Anthony. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2008.
10. GOFFMAN, Erving. A representação do Eu na vida cotidiana. Petrópolis: Vozes, 2009.
11. GUIMARÃES, Antonio Sérgio A. Racismo e anti-Racismo no Brasil. São Paulo: Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo; Ed. 34, 1999.
12. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 23. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
13. MARRA, Célia A. dos Santos. Violência escolar – a percepção dos atores escolares e a repercussão no cotidiano da escola. São Paulo: Annablume, 2007.
14.MICHAUD, Yves. A violência. São Paulo: Ática, 1989.
15. PINSKY, Jaime; Pinsky, Carla B. (org.) História da Cidadania. São Paulo: Editora Contexto, 2003.
Documentos para Sociologia
1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Sociologia para o Ensino Médio. São Paulo: SE, 2009. Disponível em:
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/PPC_soc_revisado.pdf
Bibliografia para Educação Especial
Deficiências / Inclusão - Geral
1. BIANCHETTI, L.; FREIRE, I. M. Um Olhar sobre a Deficiência. Campinas: Papirus, 1998.
2. MANTOAN, Maria Teresa Egler. Inclusão Escolar - O que é ? Por quê? Como Fazer? 2ª ed. São Paulo: Moderna, 2006.
3. MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação Especial no Brasil História e Políticas Públicas, SP, Cortez, 1996.
4. MITTLER, Peter. Educação Inclusiva: Contextos Sociais. Porto Alegre: Art Med, 2003.
5. ROSITA, Edler Carvalho. Educação Inclusiva com os Pingos nos Is. 2. Ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.
6. SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma Sociedade para Todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997.
7. STAINBACK, S. STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Trad. Magda França Lopes. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
Deficiência Auditiva
8. GOES, M. C. R. de. Linguagem, Surdez e Educação. Campinas, SP: Autores Associados, 1996.
9. GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição humana numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo, SP: Plexus: 1997.
10. SKLIAR, Carlos. A Surdez: um Olhar sobre as Diferenças. 3 ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.
Deficiência Física
11. BASIL, Carmen. Os alunos com paralisia cerebral: desenvolvimento e educação. In: COLL,C.; PALACIOS,J.; MARCHESI, A. Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. Vol.3 Porto Alegre: Artes Médicas, 1995 (pp 252-271).
Deficiência Mental
12. AMERICAN ASSOCIATION ON MENTAL RETARDATION. Retardo mental: definição, classificação e sistemas de apoio. Tradução por Magda França Lopes. 10. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
13. OMS - Organização Mundial da Saúde, CIF: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde [Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde para a Família de Classificações Internacionais, org.; coordenação da tradução Cassia Maria Buchalla]. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo - EDUSP; 2003.
Deficiência Visual
14. AMORIN, Célia Maria Araújo de e ALVES, Maria Glicélia. A criança cega vai à escola: preparando para alfabetização. Fundação Dorina, 2008.
15. LIMA, Eliana Cunha, NASSIF, Maria Christina Martins e FELLIPE, Maria Cristina Godoy Cruz. Convivendo com a baixavisão: da criança à pessoa idosa. Fundação Dorina, 2008.
Documentos para Educação Especial
Deficiências / Inclusão - Geral
1. BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares. Brasília, MEC/SEF, 1999.
Deficiência Física
2. BRASIL. Ministério da Educação. Atendimento educacional especializado: deficiência física. Brasília: SEESP/SEED/MEC, 2007.
3. BRASIL. Ministério da Educação. Estratégias e orientações pedagógicas para a educação de crianças com necessidades educacionais especiais: dificuldades de comunicação e sinalização: deficiência múltipla. Secretaria de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, 2002.(Educação Infantil, vol. 5).
4. BRASIL. Ministério da Educação. Saberes e Práticas da Inclusão: Desenvolvendo competências para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos com deficiência física/neuro-motora. Secretaria de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, 2006.
Deficiência Mental
5. BRASIL. Ministério da Educação. Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Mental. Secretaria de Educação Especial. MEC/SEESP, Brasília, 2007.
6. BRASIL. Ministério da Educação. Educação Inclusiva: Atendimento Educacional para a Deficiência Mental. Secretaria de Educação Especial. MEC/SEESP, Brasília, 2005.
Deficiência Visual
7. BRASIL. Ministério da Educação. Educação Especial: Construção do Pré-Soroban. MEC/SEESP, Brasília.
8. BRASIL. Ministério da Educação. Educação Especial: Grafia Braille para a Língua Portuguesa. MEC/ SEESP, Brasília, 2006.
9. BRASIL. Ministério da Educação. Educação Especial: Orientação e Mobilidade - Conhecimentos básicos para a inclusão da pessoa com deficiência visual. MEC/SEESP, Brasília. (1) Cf. “Diretrizes curriculares aos cursos de graduação em Filosofia”, Secretaria de Ensino Superior/MEC-SESU, Comissão de Especialistas de Ensino de Filosofia (N. G. Gomes, O. Giacóia Jr. A. L. M. Valls), Brasília, 1998.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Inscrição para prova dos ACTs será entre 3 e 20 de novembro

Fax Urgente n° 65
O Departamento de Recursos Humanos (DRHU) da Secretaria da Educação divulgou no sábado, 24, pelo “Diário Oficial”, o Edital de Abertura de Inscrição para a prova do Processo Seletivo Simplificado para os docentes ACTs contratados pela Lei 500/74 e para os candidatos à contratação. A inscrição everá ser feita pela Internet entre os dias 3 e 20 de novembro, no sítio da Fundação Vunesp – que será responsável pela prova.
De acordo com o Edital, a participação no Processo Anual de Atribuição de Classes/Aula se dará, obrigatoriamente, em duas etapas: inscrição para atribuição até o dia 30 de agosto; inscrição, via Internet, para a realização das provas. A inscrição inicia-se às 10 horas do próximo dia 3 de novembro e encerra-se, impreterivelmente, às 16 horas do dia 20 de novembro.
Para inscrever-se, o candidato deverá acessar a página da Fundação Vunesp na Internet – www.vunesp.com.br, acionar o link “Processo Seletivo Simplificado da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo”, digitar o CPF para obter o
formulário; em seguida, preenchê-lo, e transmitir os dados pela Internet.
O candidato poderá se inscrever para o campo de atuação classe/ e ou aula; para o campo de atuação aula, em até duas áreas, sendo uma discipli disciplina
por área. O professor licenciado em Pedagogia deverá inscrever-se para a prova no campo de atuação classe.